Harlley Oliveira

interaction design, usability, programming and entrepreneurship

Profile

Designer de Interação at SERPRO
Internet | Belo Horizonte Area, Brazil, BR

Summary

Graduado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e especialista em Design de Interação pela Puc Minas. Trabalha com desenvolvimento para internet desde 2001 e participou de projetos de grandes empresas como Oi, Seven Boys, Tim, Banco Mercantil, Ministério do Planejamento, Tesouro Nacional e Receita Federal. Atualmente trabalha no Serpro com o desenvolvimento de interfaces web para órgãos do governo federal e também como freelancer.
Specialties: Usabilidade, HTML, CSS, Javascript, jQuery, PHP, Ruby on Rails

Experience

  • Feb 2006 - Present
    Designer de Interação / SERPRO
    Implantei o desenvolvimento de cursos de EAD para a Receita Federal, utilizando HTML, CSS e Javascript no lugar de Flash e fui instrutor em treinamentos dessas tecnologias para os designers. Atualmente trabalho na equipe de design de interfaces de sistemas e recentemente participei do projeto de redesign do sistema de Imposto de Renda 2011, realizando o planejamento de testes com usuários, avaliação heurística e prototipação de soluções de interface. Participei da elaboração do projeto de criação de um laboratório de usabilidade para a empresa atender o governo federal e contribuí com a Cartilha de Usabilidade do Governo Eletrônico.
  • Aug 2004 - Present
    Analista de Sistemas / CPM Braxis Capgemini
    Manutenção e desenvolvimento de sistemas web usando ASP, C# e SQL Server. Os principais trabalhos realizados foram o desenvolvimento de um terminal touch-screen de autoatendimento para a Oi do Rio de Janeiro, antiga Telemar. Desenvolvimento de uma interface para os prestadores de serviços emitirem o informe de rendimentos através do site da Oi, e com isso reduzir os gastos com correios. Trabalhei também com o gerenciamento de bancos de dados do sistema de telefones públicos (orelhões) da Oi.
  • Oct 2002 - Present
    Analista de Sistemas / Solin
    Antes de começar a trabalhar com desenvolvimento de sistemas, era responsável pelo processo de atendimento e garantia de equipamentos da IBM. Já como desenvolvedor web, fazia a análise, desenvolvimento e manutenção de um sistema de Help Desk e Gerenciamento de TI em plataforma web chamado GRT, implementado em HTML, JavaScript e ASP acessando SQL Server. Este sistema era usado em vários clientes, como Tim, Usiminas e Banco Mercantil. Além disso, dava suporte, treinamento e fazia entrevistas com usuários para levantamento de novas funcionalidades.

Education

  • 2009 - 2010
    Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
    Pós-graduação in Design de Interação
    Activities: Depois de um trabalho de pesquisa e observação de usuários, desenvolvi um conceito para o University Design Challenge Fall'09 e tive um bom feedback da Mozilla Foundation através de videoconferência. O meu trabalho de conclusão de curso "Recomendações de usabilidade para TV Digital Interativa baseadas na experiência dos usuários com os celulares" foi aprovado para apresentação oral nas sessões técnicas da Interaction South America 2010.
  • 2001 - 2004
    Faculdade Fabrai
    Graduação in Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Additional Information

Websites:

Posts

February 11, 04:14 PM

Concluí em 2010 a pós-graduação em Design de Interação da PUC Minas. Muitos programadores já me perguntaram por que escolhi fazer o curso se eu não sei desenhar. Infelizmente, a palavra design no Brasil está desgastada e geralmente está relacionada na cabeça de algumas pessoas, com estética, desenho, arte, firula. Vários profissionais já se intitulam como Cook Designer, Hair Designer e até Designer de Sobrancelhas. Já existe até um Carro Design, que poderia ser pendurado na parede. Essas ideias estão erradas.

Segundo a Wikipédia "Design é qualquer processo técnico e criativo relacionado à configuração, concepção, elaboração e especificação de um artefato. Esse processo normalmente é orientado por uma intenção ou objetivo, ou para a solução de um problema." Um programador lê essa definição e pergunta: - "Então eu posso ser considerado um designer de software?" Se você observa um problema, consegue imaginar que ele pode ser solucionado com software, faz o projeto, programa, entrega para o cliente e vai o melhorando a medida que vai surgindo novas necessidades, sim.

Os programadores que não estão alterando o kernel do Linux ou aprimorando o algoritmo de busca do Google, e precisam desenvolver interfaces gráficas (as famosas telas do sistema), estão na verdade projetando uma interação entre as pessoas e as máquinas. Porém alguns se preocupam somente com as tecnologias e técnicas utilizadas, Ruby, Java, Banco de Dados, UML, TDD, ETC e esquecem das pessoas - popularmente conhecidas como USUÁRIOS - que utilizarão aquele software. Então essas pessoas acabam sofrendo inconvenientes como este

Isso não acontece porque o programador é mal ou o usuário é burro. Acontece porque o programador tem o modelo mental diferente do usuário. Segundo Kenneth Craik “Modelo mental refere-se à maneira com que utilizamos nossos conhecimentos já adquiridos para tentar adivinhar ou prever o funcionamento de determinado artefato ou aspecto do mundo físico.” É por isso que eu como programador, entro no site do banco usando a última versão do navegador Chrome, vejo que não funciona e rapidamente troco para o navegador Internet Explorer da Microsoft, "resolvendo" dessa maneira o meu problema. A ação do usuário leigo - maioria absoluta da população - seria ligar para o tele atendimento do banco, e perder vários minutos da sua vida tentando resolver um problema, que não era para existir.

O design de interação entra nessa história toda como um conjunto de vários métodos e técnicas para ajudar os programadores a desenvolverem aplicativos fáceis de usar. Assim como é possível testar um código em Java, para diminuir a quantidade de bugs. Também é possível testar a interface gráfica, para ver se os usuários não irão ter dificuldades em usá-la, ficarem frustados e mudarem para o software do concorrente. Uma outra técnica útil é a prototipação, que nada mais é que, rabiscar uma interface no papel ou em um software como o Pencil ou Balsamiq Mockups, e mostrar para o usuário para ver se o que ele quer é aquilo mesmo. Então só depois disso começar a escrever linhas de código.

Para os programadores empreendedores, que querem desenvolver seus produtos e ganhar milhões, o design de interação é uma ferramenta sensacional. Pois temos condições em criar software que as pessoas realmente precisam, gostam de usar, e por consequência pagarão por isso $$. Mark Zuckerberg por exemplo, conforme é mostrado no filme A Rede Social, se utilizou de técnicas como observação e prototipação para criar o Facebook. Depois posto aqui no blog as cenas do filme que mostram isso :).

Então é isso. A dica está dada. Corre lá e faz a matrícula no curso de Design de Interação da PUC Minas, o prazo de inscrição está acabando. Mais informações sobre a pós podem ser encontradas nos blogs dos meus amigos, ex-alunos e professores do curso, Karine Drumond e Marcelo Cardoso.

http://karinedrumond.wordpress.com/2011/02/11/duvidas-sobre-a-especializacao-em-design-de-interacao/

http://www.mcardoso.com.br/design-de-interacao-para-leigos/

 

Se você não está na região Sudeste e está longe de Belo Horizonte, tem também duas ótimas opções de pós-graduação lá no Sul, na Universidade Positivo e no Instituto Faber-Ludens em Curitiba. Mais informações em:

http://ericofileno.wordpress.com/2010/11/25/especializacao-em-design-centrado-no-usuario-universidade-positivo/

http://www.faberludens.com.br/pt-br/node/1076

 

Seguem os slides da palestra que apresentei duas vezes no ano passado sobre usabilidade para programadores.

 

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January 20, 04:27 PM

antes de pensar grande, pense pequeno mantendo o olhar distante. Dê um passo de cada vez e continue caminhando, pois um longo caminho começa no primeiro passo. Monte a sua empresa, empreenda e insista…

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January 03, 08:52 AM

Uma charge do dia primeiro que merece registro.

De Cláudio de Oliveira, na edição deste domingo do "Agora São Paulo".



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December 10, 03:00 PM

No dia 3 de dezembro, apresentei um artigo na Interaction South America 2010, que este ano aconteceu em Curitiba. Falei sobre o histórico da TV Digital Interativa, convergência da TV com a Internet e sobre as tecnologias que estão aproveitando esta convergência, como Apple TV e Google TV. Existem poucos estudos de usabilidade sobre a TV digital interativa, então fiz um paralelo mostrando que existem algumas similaridades de interação das pessoas com o celular e com a TV.

Por fim, baseado neste paralelo, fiz uma análise de recomendações de usabilidade de fabricantes de celulares como Nokia e Apple, e as compilei em 6 recomendações, que poderiam ser usadas como um trabalho inicial de análise de usabilidade para a TV Digital Interativa. Seguem abaixo, os artigos, slides e os vídeos da apresentação.

Recomendações de usabilidade para TV Digital Interativa

 

 

 

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October 11, 03:00 PM

Este vídeo ensina como usar o Google Feedburner para publicar automaticamente no Twitter o conteúdo compartilhado no Google Reader.

 

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July 27, 03:00 PM

Todo mês recebo um boleto da Caixa Econômica pelo correio. Não sei porque, este mês o boleto não chegou. Então acessei o site da Caixa para imprimir a segunda via, assim como já havia feito algumas outras poucas vezes, desde que assinei o contrato em 2002. Porém, resolveram “modernizar” o site e agora é necessário informar usuário e senha para conseguir imprimir um simples boleto. Na versão antiga do site, bastava eu informar o número do contrato (com o seguinte formato 99.9999.999.9999999-99), CPF, data de nascimento e um captcha.

 

Fui fazer o meu registro, pediram alguns dados (número de contrato, CPF e data de nascimento), preenchi os campos e fui jogado para uma tela com todos os meus dados, desatualizados, pois o contrato é de 2002. Não me preocupei em atualizar nenhuma informação, pois eram do endereço da minha mãe, e eu ainda recebo algumas correspondências lá mesmo. Então fui direto para a criação da senha, pois é o que precisava pra imprimir rapidamente a segunda via do boleto. Nunca imaginei que preencher um campo de senha fosse tão difícil. Cada vez que digitava uma senha, aparecia um mensagem de regra de senha diferente, no total foram 5. O mais INACREDITÁVEL é que estas regras não estavam sendo informadas na interface, então tive que descobrir na tentativa e erro.

 

Depois de muito custo, consegui criar a bendita senha e completei o meu cadastro no site. Então recebi a mensagem de confirmação, mostrada nas imagens. Estaria tudo tranquilo se os dados de confirmação não tivessem sido enviados para um e-mail que eu usava a 8 ANOS ATRÁS e que foi informado em um formulário de papel lá na Caixa. Simplesmente este e-mail não existe mais, nem sei se o BOL existe ainda. Resumindo. Perdi um tempo enorme em um site centrado no programador. Vou precisar de pagar estacionamento e queimar combustível pra ir a uma agência da Caixa só pra pegar uma segunda via de boleto.

 

Programadores, estamos em 2010, em tempos de iPad, em tempos de Facebook com 500 milhões de usuários, em tempos de Twitter, não dá mais pra desenvolver software como se estivéssemos em 1998. O nosso trabalho não é só ficar empilhando IF’s. Temos no mínimo que ter bom senso e saber que os usuários dos nossos sistemas não tem bola de cristal e que não pensam igual a um programador. É possível descobrir estes problemas bizarros de usabilidade simplesmente fazendo um teste rápido com usuário, pode ser o seu colega de equipe, a secretária ou o até o carteiro.

 

Algumas dicas:

 

1) Não crie regras de senhas. Deixe o usuário usar a senha que ele quiser. Simplesmente informe a ele se a senha é fraca ou não, e o ensine através da interface do aplicativo a criar senhas fortes. Veja nas imagens, um exemplo usado pelo Google.

 

2) Se no seu cadastro tem um campo e-mail, que vai ser usado entre outras coisas, para recuperar senha, PELO AMOR DE DEUS, antes de efetivar o cadastro, valide o e-mail do usuário, enviando um link de confirmação para o email que ele informou. Isso é be-a-bá de desenvolvimento web.

 

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January 18, 03:00 PM

In the last semester the students of Interaction Design at PUC Minas had the opportunity to participate of the University Design Challenge promoted by Mozilla Foundation. Mozilla Design Challenge is a serie of events to encourage innovation and experimentation in design interface for the web. In this challenge the students should find out an innovative concept for the question:

Browsing History – How can we make sense of this rich source of data and how do we best present this data to the user?

User research

Our first step was to gather information about how users use the browsing history. We used techniques like brainstorming, survey, interview and user evaluation. It is very interesting to see that here in Brazil we found similar results that other universities also found  out doing user research in countries like Australia and USA. For example the fact that some user profiles use the Google Search to looking for a previous visited site.

My concept

I wanted to explore the fact that nowadays the people write and read a lot of content on dynamic pages like Twitter, Facebook, Google Reader and the current history browsing not reflect all the user really accessed. Other point was that many users use search to looking for history of navigation. So I wanted to enrich the search-box with tags related to content types and dates.

I used an image of the mock-up of Firefox 4 with a html iframe, css and javascript to simulate a browser.

Feedback

We had the opportunity to present and receive feedback direct of Mozilla Labs team via video conference. It was awesome! We receive a feedback by email as well. Follow the feedback of my concept:

  • - Great observation that the actual usage pattern of end users has shifted from pure consumption to participation and that thus history can/should be seen in a different context
  • - Good, practical solution to auto-generate tags from readily available information such as date or content type
  • - Extension of the Awesomebar with additional information is useful, especially for less tech-savy users
  • - Grouping by content might be an interesting concept — as users often remember the type of content they are looking for (e.g. “a video”)
  • - Surfacing of dates as relative hooks might make sense (e.g. last month) but is probably better exposed in a graphical way than through a text interface
  • - Thumbnail view can be problematic once you have a lot of search results
  • Learned lessons

    • User research is very important for innovation. Techniques like surveys, user evaluation and interviews can be very fast and cheap.
    • How to present a concept using paper prototyping, html/javascript prototyping or image mock-ups.
    • Internet is very useful to help us to show our ideas up around the world.

    
    Take a look at all the concepts of PUC Minas and others universities >>

     

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    January 02, 03:00 PM

    Tenho vários objetivos para 2010, mas só vou conseguir atingir todos, se gerenciar melhor o meu tempo e aumentar a produtividade. No final de 2009 consegui reunir várias ferramentas necessárias para este aumento de produtividade: mudei de sistema operacional, agora estou usando o Linux Ubuntu na empresa e em casa, fiz o curso de Ruby on Rails na e-Genial, li o livro Trabalhe 4 horas por semana, estudei técnicas de gerenciamento de tempo, como GTD e Pomodoro.

    Apesar de o livro Trabalhe 4 horas por semana ser polêmico, é possível aprender várias lições com ele, em especial com os capítulos que tratam de produtividade. O livro fala sobre práticas também usadas nas técnicas GTD e Pomodoro, como criar lotes de tarefas e eliminar as excessivas interrupções que temos no dia-a-dia em nosso trabalho. Faz relações interessantes também com o Principio de Pareto e Lei de Parkinson. Vale a pena ler.

    Então pra começar a atingir meus objetivos, estabeleci 4 metas, de implementação imediata e que de certa forma, precisam se tornar um hábito para darem certo:

    1. Vou começar a usar a técnica GTD com a ajuda do aplicativo RTM

    2. Usar a técnica Pomodoro usando o aplicativo Pomodairo.

    3. Ler emails apenas 2 vezes por dia: vou checar meus emails uma vez antes do almoço e uma vez no final do expediente. Dessa forma eu já começo o dia executando alguma tarefa e não me distraio com os emails. E deixando os emails para o final dos dois períodos, manhã e tarde, tenho uma motivação a mais para não me distrair, pois não vou querer comprometer o horário de almoço e o horário de ir para casa. (-;

    4. Gastar menos tempo lendo Feeds e Twitter: vou abrir o Google Reader só uma vez por dia e estipular um tempo máximo de leitura, se o tempo não estiver sendo suficiente, a opção vai ser diminuir o número de fontes. Uso muito o Twitter para compartilhar e receber links, já arrumei uma forma de compartilhar estes links de dentro do Google Reader, preciso agora arrumar uma maneira de também ler os links que recebo.

    Acho que desta forma minha produtividade vai aumentar e vou ter condições de atingir todas as metas de 2010. Se os posts aqui no blog aparecerem com mais regularidade, pode saber que está dando certo (-;

     

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    November 15, 03:00 PM

    O Arduino é um hardware open-source que foi criado com a finalidade de facilitar a prototipação de artefatos interativos.  É possível conectá-lo a LED’s, motores e sensores. Inclui uma IDE para você criar o código para controlar a placa, compilar e fazer o upload para o micro-controlador do Arduino.

    Por ser tratar de um hardware open-source, qualquer pessoa que conheça bem eletrônica, pode criar o seu próprio Arduino. Existe inclusive uma versão brasileira chamada Tatuino e até uma versão feita em papel (-:

    Comprei o meu kit na Adafruit, como optei pelo frete mais barato, demorou quase dois meses para chegar, considerando que teve uma greve dos correio neste período. O mais importante é que chegou, e o melhor, sem impostos. Existem outras opções de kits e também componentes vendidos separadamente. Se você não quer arriscar a importação, é possível comprar aqui no Brasil na Multilogica ou mercado livre.

    Junto com um kit vem um guia com 11 exercícios ensinando a usar os vários componentes. O mais bacana são os layouts de circuito, que devem ser recortados e colocados em cima da protoboard para auxiliar no encaixe correto dos componentes. Fiz o primeiro exercício seguindo as instruções do guia e funcionou redondo. Acho que agora já tenho know how para fazer um pisca-pisca de árvore de natal (-:

     

     

    Links úteis:

    Curso básico de eletrônica

    Alguns exemplos de o que é possível fazer com o Arduino

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    October 17, 03:00 PM

    Recentemente dei um curso rápido de Javascript e jQuery para um grupo de Web Designers. Esses Web Designers irão usar o jQuery no desenvolvimento de interfaces e cursos de ensino a distância. O intuito do curso foi dar uma noção básica de JavaScript e jQuery, envolvendo alguns elementos básicos de programação, como variáveis, operadores condicionais e operadores matemáticos.

    O aprendizado de Javascript é bem simples, pra começar a programar só precisamos de um bloco de notas e um navegador. Nada de SDK, IDE, JVM, Jar e mais outras siglas. O uso do jQuery facilita muito na utilização do Javascript para manipulação do DOM, eventos, efeitos e ajax, pois tem uma sintaxe simples baseada nos seletores CSS, já conhecidos por Web Designers.

     

    Mais sobre jQuery para Web Designers:

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    October 17, 03:00 PM

    Cada vez mais as empresas estão antenadas ao uso da internet e sabem que muitos clientes podem chegar a elas através de mecanismos de busca, como o Google por exemplo. Mas muitas vezes essas empresas não sabem que aquele site bacana, cheio de efeitos e animações em flash, acabam prejudicando um dos principais objetivos dos sites corporativos, gerar novos negócios. Vou relatar aqui o último trabalho que fiz referente a otimização de sites para mecanismos de busca, mais conhecido como SEO (Search Engine Otimization).

     

    Uma das reclamações do cliente em relação ao site antigo era que ao buscar no Google o nome da empresa, Assis Metais, a busca não retornava o telefone da empresa. Isso acontecia porque uma da principais informações do site, o endereço e telefone da empresa, estavam em uma imagem. Um outro problema era que o conteúdo não estava totalmente indexado pelo Google. O menu principalera todo feito em flash, o que fazia com que o robô do Google não encontrasse todas as páginas do site, pois ele começa a vasculhar o site pela página principal, e a partir dela vai encontrando as outras por meio dos links HTML. Se o menu é feito em flash, então o robô fica cego em relação as outras páginas.

     

    O código HTML do site antigo provavelmente tinha sido gerado por um daqueles editores WYSIWYG e estava muito ruim. Então a solução foi manter o mesmo design e refazer todo o código seguindo os padrões web. Usei várias técnicas de otimização ensinadas pelo próprio Google, tais como, URL’s amigáveis, sitemaps, metatags, semântica, entre outras.

     

    Procurei ser bastante transparente com o cliente, e na minha opinião é importante que ele tenha alguma noção de como o trabalho de otimização é feito. Por isso enviei a ele uma cópia do guia de otimização do Google, pra que ele desse uma lida, mas sem se preocupar com a parte mais técnica que envolve código. Com isso o cliente ficou ciente que também depende dele, tomar algumas providências, para melhorar a colocação do site no Google, tais como criação de conteúdo exclusivo, manter-se centrado no tema do site, entre outras. O número de visitas e orçamentos pelo site aumentaram bastante e atualmente 75,78% de todo o tráfego do site é gerado a partir de buscas no Google. O cliente está bastante satisfeito com os resultados.

     

    Agora vou mostrar um pouco dos resultados obtidos com serviço de otimização que foi feito. Tirei alguns screenshots de buscas feita no Google, por palavras-chave indicadas pelo próprio cliente, antes e depois do trabalho de otimização. E o resultado você confere logo abaixo:

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    Posts

    October 19, 03:20 PM


     

    You know the feeling, staring into a blank computer screen, desperate to come up with Your Great Novel or Next Big Startup Smash or Fancy New Program That Will Delight Everyone.

    Dullness fills your brain, and desperation rises from your chest into your throat as you realize that you have no ideas, or ideas so lame you would be laughed off the Internet.

    It sounds like time for an IDEA PARTY!

    First described by the pioneering Barbara Sher, an idea party is a gathering of smart, creative and funny humans for the sole purpose of creating a burst of ideas and inspiration.

    Like a good pot of stew, ingredients are everything.

    I suggest inviting types of people like:

    • Jeff “I Live to Brainstorm” Livingston
    • Wayne “I Don’t Say Much But When I Do The Room Stops” Gonzalez
    • Nancy “Life Should Have a Tagline” Yee

    You may NOT want to invite:

    • Debbie “It Will Never Work” Downer
    • Fred “Find a Fault in Anything” Fredrickson
    • Joe “Let’s Turn the Conversation Around to Me” Jackson

     How to hold an idea party

    1. Send out invites to 15-20 of your favorite crazy thinkers
    2. Invite them to bring a dish to share, or provide crackers, cheese and beverages yourself
    3. Find a comfortable spot where you can throw flipchart paper around, lay down, sit up, stand up, dance and eat
    4. Provide Post-it (TM) flip chart paper, colorful pens, crayons, post-it notes and good music
    5. Have a couple of linked up laptops handy for Google searches
    6. Fire up Evernote or equivalent to capture ideas
    7. Introduce your key idea party topic, like “New killer product for 2012” or “My Epic Business Book
    8. Hand the flip chart pen to the most artistic and skilled facilitator
    9. Invite your participants to go crazy with ideas
    10. Film, document and party to your heart’s desire

    You know what would make me happy? If you held an Idea Party and reported back about it here. It is only Wednesday — there is plenty of time to get one set up by Saturday!

    October 06, 10:02 AM

    He changed computers.
    He changed software.
    He changed design.
    He changed publishing.
    He changed film.
    He changed music.
    He changed advertising.
    He changed retail.
    He changed business.

    He changed beige.

    He changed expectations.
    He changed our minds.

    He changed them.
    He changed us.
    He changed you.

    “Don’t be sad because it’s over. Smile because it happened.” – Dr. Seuss

    Now what are you going to change?

    October 04, 09:52 PM

    As it kicked off its yearly developer event, Adobe announced that it had acquired Nitobi Software, maker of PhoneGap open source software for cross-platform mobile application building with HTML5 and JavaScript. In a blog, Nitobi CEO Andre Charland pledged to pursue donation of the PhoneGap code to the Apache Software Foundation ”to ensure open stewardship of the project over the long term.” In a statement, he said Nitobi and Adobe shared the same philosophy about enabling mobile and Web applications. Dave Johnson, Nitobi CTO said: Adobe was fully supportive of the decision to take PhoneGap to the Apache Software Foundation.

    October 04, 10:19 AM

    Obs.: este é um artigo enviado pelo leitor Daniel Pereira, para publicação no Startupi.

    Acabei fazendo uma espécie de relato. Ficou enorme, mas serve para você entender um pouco minha visão sobre o ecossistema e trajetória. Ainda não sei ao certo como separar e reduzir o texto, então segue na íntegra.

    Duas grandes fases:

    • o ecossistema de startups basedo em incubadoras, investimento governamental e planos de negócio;
    • o ecossistema de startups basedo em aceleradoras, investimento privado e pitches.

    Tudo começou com um estouro – da bolha

    Quando entrei na faculdade, em 1999, embalado pela sensação de que agora “tenho liberdade para mudar o mundo”, típico de um calouro universitário, comecei a me interessar pelo movimento de empreendedorismo, forte na PUC do Rio de Janeiro, devido ao recém-criado Instituto Gênesis (fundado em 1997). Procurei participar de aulas, palestras, encontros e o que mais abordasse o assunto, pois encontrava ali uma alternativa ao “seguir um padrão de carreira imposta pela sociedade”.

    Nessa época, acompanhei os efeitos da bolha de 1999 no Brasil ao testemunhar empresas receberem altos aportes de dinheiro que viraram pó em pouco tempo. Tudo aconteceu por meio de conhecidos familiares que tinham grana e acharam que ali morava uma oportunidade nunca antes vista. Apesar da bolha da internet afetar a percepção dos investidores privados de que tudo não passou de uma grande especulação levando-os de volta à bolsa, pouco vi ele abalar o nosso ecossistema de incubadoras universitárias que estavam embasadas em empresas de tecnologia – raramente envolvendo a web – e investimentos governamentais do MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia).

    Os primeiros questionamentos que rondavam o ecossistema de empreendedorismo nessa época

    Eram basicamente dois:

    • (i) “Ser empreendedor é algo que já nasce com você?”
    • (ii) “Sua idéia é altamente tecnológica e ligada a universidade?”

    O movimento das incubadoras estavam baseados no ambiente academico, onde o estímulo era de trazer pesquisadores de dentro de laboratórios para criar suas próprias empresas. Para complicar, as fontes de financiamento eram governamentais e sempre exigiam a parceria com uma instituição de pesquisa enquanto gestora do dinheiro e beneficiária do que fosse criado pelo projeto. O pior mesmo era o fato disso tornar o ecossistema excludente, pois se você não tivesse uma ponte com um laboratório acadêmico estava “fora” do sistema de incentivos existente. “Panelinha” era o termo que eu considerava mais adequado a esse momento.

    Em 2002, entrei na Empresa Júnior da PUC-Rio na área de Planejamento de Negócios e um dos meus primeiros projetos foi auxiliar candidatos a incubação elaborar os seus plano de negócios – processo esse que se repetia a cada seis meses. Como já tinha feito a matéria pelo curso de empreendedorismo e devorado todos os livros sobre o assunto eu rapidamente me tornei um consultor exemplar no assunto, ensinando mestres, doutores e etc. a elaborarem belíssimos planos para enfrentar a banca de avaliação. Ali mesmo já me questionava o poder dessa ferramenta, pois eu era um “expert” no assunto, mas ainda não me considerava um potencial empreendedor de sucesso e nem enxergava como fazer um negócio dar certo.

    Isso ficava ainda mais claro ao participar de bancas de julgamento, pois no fundo eu só via um verdadeiro mar de opiniões de pessoas que, em sua maioria absoluta, nunca tinham sido empresários. No final das contas, se o plano estava bem elaborado e a apresentação tinha sido boa, então a aprovação era certa! Praticamente um trabalho de faculdade com uma nota no final! Dali começava a saga de tentar fazer com que empresas incubadas dessem certo para se “graduar” (olha outro termo acadêmico aqui). Como só saí da Empresa Júnior no início de 2005, acompanhei a dificuldade dos empreendedores de por o plano de negócios em prática e comecei a ver que aqueles documentos não serviam de “quase” nada. Acompanhei mais reuniões, mais opiniões e pouca solução prática que resolvia.

    O nascimento do business model canvas

    Confuso, fui buscar experiência em uma grande empresa e, em 2005, fui trabalhar na IBM na área de vendas para o mercado SMB (pequenas e médias empresas). Ali escutava meu chefe dizer revoltado que a empresa não tinha uma oferta para esse mercado, pois o “modelo de negócios” da IBM não era adequado a esse público. Naquele momento resolvi começar a fazer uma busca intensa por esse novo termo e, entre diversas definições confusas, encontrei o blog do Alexander Osterwalder, que na época tinha uma empresa chamada Arvetica, focada no mercado de bancos. Suas primeiras versões do business model canvas não passavam de organogramas de powerpoint, mas já davam uma clareada em como se deveria descrever o modelo de negócios de uma empresa.

    Em 2007, assumi o cargo de Diretor-Executivo da Assespro-RJ (Associação de Empresas de TI do Rio de Janeiro), onde comecei a trabalhar ajudando algumas empresas associadas a captar recursos financeiros no edital de Subvenção da Finep. Esse era o primeiro edital em que era possível ganhar apoio governamental sem um orgão acadêmico envolvido. Isso me parecia um grande salto e parecia que o ecossistema de startups poderia encontrar em breve um apoio mais forte, sem a obrigatoriedade de ter a academia no meio. Me questionava se seria esse o início de uma mudança, pois ainda era voltado para empresas de maior porte e com temas estranhamente específicos, longe de ser viável para startups.

    Nessa mesma época a LUZ Consultoria surgiu, em paralelo ao meu emprego, com um modelo de negócios focado em startups e micro empresas, pois eu sabia que nesse mercado morava uma excelente oportunidade e queria muito fortalece-lo. Começamos oferecendo um único serviço que era uma mistura entre planejamento estratégico e execução para quem até então não sonhava em contratar um serviço de consultoria. Vendiamos projetos de 12 meses, onde 2 eram para planejar e os outros 10 meses para executar o planejado. Foi durante esse momento que eu também comecei a me tornar um empresário e ver a diferença entre a teoria e a prática. Tudo começava a ficar um pouco mais claro.

    Iniciei um processo de reaproximação da incubadora da PUC-Rio e me aprofundei no mundo das startups. Apesar de também atender padarias, serralherias, cafeterias e etc. nunca deixei de lado a internet, o vale do silício e novas tendências mundiais de negócio. Percebia uma grande semelhança nas dificuldades de gestão entre esse grupo de empresas, mas uma grande distância entre o que se pregava lá fora.

    Em 2009 veio a mudança no ecossistema

    No final de 2009, vi que a mudança no ecossistema estava iniciando de verdade com o nascimento do Programa PRIME/Finep. Comecei a acreditar que o ecossistema de startups estava ganhando força de verdade, fora dos centros acadêmicos. Nessa época, também já era possível ver blogueiros iniciando um debate mais intenso sobre o mercado e criando os primeiros encontros e trazendo novas perspectivas sobre como fazer startups darem certo. Nesse momento também surgem rumores e notícias sobre grupos de investidores estrangeiros chegando, o que faz com que grupos nacionais acordem da hibernação.

    Em 2010, levei para Redetec, Reinc e para as incubadoras da Coppe, PUC e Rio Criativo os conceitos de Business Model e Lean Start-up que ganhavam força, mas ainda não tinham chegado no mundo universitário, onde a curva de adoção de novas metodologias é mais lenta. Apesar de não ser expert, via que o conceito de Lean Start-up conseguia clarear em muito o que deveria ser feito para validar o modelo de negócios de novas empresas, mas ainda via empreendedores tinham grande dificuldade de fazer o comercial, o financeiro, montar equipe e etc. Problemas também tipicos de pequenas empresas.

    Um bom exemplo disso são as mais de 20 empresas incubadas da Coppe com as quais trabalhamos. Apesar de modelos de negócio surgirem, MVPs serem desenhados e etc. muitas vezes a validação precisava de esforço comercial real. Nem tudo é possível fazer com landing pages criadas no launchrock e anúncios no Google Adwords. Nesse momento ficava claro o medo de se interagir com o mercado, entre outros problemas necessários para saber se o encaixe mercado-produto existe. Em centros de alta tecnologia com foco em B2B (ex: vender serviços de previsão climática para o mercado de logística náutica petrolífera) eu posso garantir que o conceito de Lean não é fácil, pelo contrário, é bastante complicado de se colocar na prática. Para tentar complementar minha saga da compreensão desse universo, entro de sócio em uma start-up (MeuMobi.com) e começo a enxergar mais uma perspectiva. O fato de ter um sócio estrangeiro, torna a experiência ainda mais interessante pois traz uma perspectiva diferente do que se vê no Brasil.

    Vem bolha aí?

    Em 2011, sinto pela primeira vez a sensação de estar dentro de uma bolha. Apesar de achar que ela não existe ainda, a sensação é de que ela vem por aí. Com o grande aumento do movimento de startups embalados por uma economia brasileira de destaque internacional, assisto uma explosão do número de aceleradoras criadas (e em criação) por investidores adormecidos ou investidores provenientes do mercado financeiro. Afinal, nada mais natural visto que que a bolsa de valores demonstra que dali não sairá peixe tão cedo. Como eu disse, fico com o pé atrás, mas acho que esse é o momento para conseguirmos levar para juventude que empreender é um alternativa viável e que não é necessário nascer com nada de diferente no DNA.

    Infelizmente, o Prime/Finep foi descontinuado com a entrada do novo Governo (apesar de negarem isso) abalando seriamente a perspectiva de que o Governo realmente quer incentivar o empreendedorismo ao invés de fortalecer os já mega-conglomerados empresariais que o BNDES despeja dinheiro todos os anos. Felizmente, as aceleradoras aparecem para preencher em parte esse gap, mas diferente do cenário internacional, exigem 20% de sociedade (lá fora vai de 4% a 12%) em troca de recursos não-financeiros em forma de cursos, serviços e infraestrutura (lá fora se coloca dinheiro mesmo, indo de 30 a 150 mil dólares). Novamente, não é o cenário ideal, mas pelo menos é alguma coisa.

    De agora em diante

    O futuro do ecossistema eu não sei onde vai parar, mas o fato é que estamos evoluindo. Com certeza, grupos estrangeiros irão elevar a concorrência entre aceleradoras e fundos, o que eu acho ótimo. Talvez o Governo acorde para o fato de que startups talvez sejam as futuras mega-empresas (visto casos como Google e Facebook), mas o mais importante é que os jovens saibam desde cedo que empreender é uma opção de carreira com risco, mas com alto potencial de satisfação profissional e de transformação do nosso país em um lugar melhor. E que, complementariamente, os educadores mostrem que o empreendedorismo pode e deve ser ensinado! Mas para isso precisamos reduzir a teoria e levar a aprendizagem para a “tentativa e erro”. Não existe caminho com receita de bolo ou atalhos. Assim como aprender a andar de bicicleta, você vai cair e vai doer, faz parte do processo.

    Gostaria de fazer um pedido a todos: criar uma cultura empreendedora é um processo lento e que deve ter constância. Portanto, vamos fazer do movimento de startups algo que se respira no dia-a-dia por toda eternidade e evitar que isso se torne fogo de palha. Então, vamos realizar meetups, competições, premiações e o que mais for possível para incentivar e estabelecer essa cultura.

    Abs,
    Daniel Pereira (ainda tentando aprender o que da certo e incentivar um Brasil empreendedor)
    www.lojadeconsultoria.com.br

    September 29, 05:13 PM


    The jQuery Mobile team is thrilled to announce the first release candidate for version 1.0. This new release brings a long list of bug fixes, refinements and optimizations, as well as support for the Meego platform.

    Our plan is release additional RCs at a quick pace as we close critical bugs and move towards the 1.0 release. We’re targeting a 1.0 release within the next few weeks.

    Demos & docs | Key changes | Supported Platforms | Upgrade notes | Change log | Download & CDN

    KEY CHANGES

    Collapsibles: Design improvements

    We just made a few final tweaks to the collapsible and accordion widget that really improves the visual design. First off, we’ve removed the extra button style around the +/1 icons which made this look too much like a separate interactive element (it’s not, the whole bar is clickable) and cleans up the visual appearance.

    We also added the option to add theme swatch to the expanded collapsible content by adding a data-content-theme attribute to the collapsible container. When this is added, the rounded corners on the header square off and the bottom of the content container is rounded instead to give this a cohesive appearance. You can apply any of your theme’s body swatch letters and the flat background color (not the gradient) and border will be applied. This feature works in both individual collapsibles and collapsible sets (accordions). If this attribute isn’t added, the collapsible look the way they did previously so there is no impact to existing sites.

    iOS5 transitions & fixed toolbars: Refined, but off by default (for now)

    The new iOS5 page transitions and true fixed headers have been improved significantly since Beta 3 but after much debate, we’ve decided to have this feature off by default for now because we want to wait for the final version of iOS5 to arrive so we can test this thoroughly. Note that we’re now using a 3D transform CSS rule reduce page rendering artifacts which could cause memory use issues on very complex pages so you may need to override this selectively. To mitigate some usability issues with overflow containers and fixed headers, we’re also disabling zoom by injecting a meta viewport tag only for iOS5 if this feature is enabled. We’re hoping this won’t be necessary long-term but this is the short-term fix.

    Search input: Icon themeable and retina-ready

    The small search icon in the search input was the last standalone icon that hadn’t yet been integrated into the standard icon sprite. We just made the switch so now the icon is fully themable and includes the HD retina icon version too. To do this, we had to place the icon inside the standard icon disc so the appearance is a bit different, but it now matches the rest of the UI system. Note that we’re adding this though a CSS technique that isn’t supported by IE 6-7 so in those browsers, the icon won’t appear (please don’t file a bug!).

    ThemeRoller Mobile: Coming soon!

    We’ve been working on a completely new ThemeRoller tool, built from the ground-up for jQuery Mobile. Tyler Benzinger from Adobe has been spearheading the development effort (thanks Tyler!) and we’re very close for having a beta version ready for release. We’re really excited to show it off because there are a lot of super cool features that make it drop-dead-simple to build a stunning theme in minutes.

    If you’re going to be at the jQuery Conference in Boston, you’ll get a sneak peek during the mobile keynote with Scott and Todd. Look for a beta version to be launch within the next week or two.

    Download builder: In the works

    Now that we’ve decoupled most of the UI widgets, we’ve set the stage for there to be a download builder. This will let you build a custom version of jQuery Mobile to only include the parts you need. For example, you could just use the core files to add Ajax-based navigation with pushState and leverage some of the touch events and other utilities with a very lightweight build (roughly 10k). Or, you could add in specific UI widgets like form elements, listviews, etc. to create an optimized build. We’re aiming to have a download builder tool launch as part of 1.0 final in some form. We’re working on a dependency map now for all the plugins to support this tool.

    API Documentation: Expanded for all form widgets

    We’ve been working on adding more traditional API-style documentation for many of our widgets and, with the help of volunteers and Maggie Wachs, we’ve now covered all the form elements: buttons, text inputs, slider, flip switch, radio buttons, checkboxes, and selects in addition to bulking up docs on the touch, virtual mouse and page events. We’ll continue to refine and extend our docs as we head toward 1.0 final.

     

    Platform support in 1.0 RC1

    We recently received a slick MeeGo device from Nokia for testing and we were thrilled to find that jQuery Mobile worked beautifully the first time we fired it up. This has to be one of the easiest platform additions we’ve had and it shows how our focus on web standards and feature detection is really paying off.

    We’re excited to announce that as of 1.0 RC1, we’ve covered all our target platforms for the project. At this stage, we have broad support for the vast majority of all modern desktop, smartphone, tablet, and e-reader platforms. In addition, feature phones and older browsers are supported because of our progressive enhancement approach. We’re very proud of our commitment to universal accessibility through our broad support for all popular platforms.

    Our graded support matrix was created over a year ago based on our goals as a project and since that time, we’ve been refining our grading system based on real-world device testing and the quickly evolving mobile landscape. To provide a quick summary of our browser support in Beta 1, we’ve created a simple A (full), B (full minus Ajax), C (basic) grade system with notes of the actual devices and versions we’ve been testing on in our lab.

    The visual fidelity of the experience is highly dependent on CSS rendering capabilities of the device and platform so not all A grade experience will be pixel-perfect but that’s the nature of the web.

    A-grade – Full enhanced experience with Ajax-based animated page transitions.

    • Apple iOS 3.2-5.0 beta - Tested on the original iPad (3.2 / 4.3), iPad 2 (4.3), original iPhone (3.1), iPhone 3 (3.2), 3GS (4.3), and 4 (4.3 / 5.0 beta)
    • Android 2.1-2.3 – Tested on the HTC Incredible (2.2), original Droid (2.2), Nook Color (2.2), HTC Aria (2.1), Google Nexus S (2.3). Functional on 1.5 & 1.6 but performance may be sluggish, tested on Google G1 (1.5)
    • Android Honeycomb- Tested on the Samsung Galaxy Tab 10.1
    • Windows Phone 7 – Tested on the HTC 7 Surround
    • Blackberry 6.0 – Tested on the Torch 9800 and Style 9670
    • Blackberry 7 – Tested on BlackBerry® Torch 9810
    • Blackberry Playbook – Tested on PlayBook version 1.0.1 / 1.0.5
    • Palm WebOS (1.4-2.0) – Tested on the Palm Pixi (1.4), Pre (1.4), Pre 2 (2.0)
    • Palm WebOS 3.0 – Tested on HP TouchPad
    • Firebox Mobile (Beta) – Tested on Android 2.2
    • Opera Mobile 11.0: Tested on the iPhone 3GS and 4 (5.0/6.0), Android 2.2 (5.0/6.0), Windows Mobile 6.5 (5.0)
    • Meego 1.2 NEW – Tested on Nokia 950
    • Kindle 3: Tested on the built-in WebKit browser included in the Kindle 3 device
    • Chrome Desktop 11-13 – Tested on OS X 10.6.7 and Windows 7
    • Firefox Desktop 3.6-4.0 – Tested on OS X 10.6.7 and Windows 7
    • Internet Explorer 7-9 – Tested on Windows XP, Vista and 7 (minor CSS issues)
    • Opera Desktop 10-11 - Tested on OS X 10.6.7 and Windows 7

    B-grade – Enhanced experience except without Ajax navigation features.

    • Blackberry 5.0: Tested on the Storm 2 9550, Bold 9770
    • Opera Mini (5.0-6.0) - Tested on iOS 3.2/4.3
    • Nokia Symbian^3 - Tested on Nokia N8 (Symbian^3), C7 (Symbian^3), also works on N97 (Symbian^1)

    C-grade – Basic, non-enhanced HTML experience that is still functional

    • Blackberry 4.x - Tested on the Curve 8330
    • Windows Mobile - Tested on the HTC Leo (WInMo 5.2)
    • All older smartphone platforms and featurephones – Any device that doesn’t support media queries will receive the basic, C grade experience

    Not Officially Supported – May work, but haven’t been thoroughly tested or debugged

    • Samsung Bada – The project doesn’t currently have test devices or emulators, but current support is known to be fairly good. Support level undecided for 1.0

    1.0 RC1 upgrade notes

    In preparation for jQuery Mobile 1.0 final, we’re removed a number of items that we deprecated earlier in beta. Please note that if you are running on an alpha or early beta codebase, many of these could be breaking changes.

    Deprecated Media Helper classes have been removed from the build and the docs. The page is still in the docs for Google’s sake and the code can be found in the repo if you want to make a custom build that includes these features.

    Deprecated re-named page events - the deprecated beforechangepage (now pagebeforechange), changepage (now pagechange), and changepagefailed (now pagechangefailed) events references have been dropped in preparation for the 1.0 release. See the events API documentation and commit log for more info.

    Removed support for the alpha signature of $.mobile.changePage() in preparation for  1.0. Folks now how to use the signature that requires the toPage (url or element) as the first arg, and options object as the 2nd. See the events API documentation and commit log for more info.

    Removed deprecated navigation related properties: $.mobile.updateHash$.mobile.urlstack. See commit log for details.

    Removed the deprecated $.fixedToolbars property in preparation for 1.0. See commit log for details.

    Removed $.mobile.pageLoading() call which was  replaced by $.mobile.showPageLoadingMsg()and $.mobile.hidePageLoadingMsg(). See commit log for details.

    Change log

    Updated jQuery Mobile to run on jQuery core 1.6.4 to keep up with the latest and greatest.

    Add new pageremove event (issue 2537) – Modified the pagehide callback in $.mobile._bindPageRemove() so that it fires off a “pageremove” event. Callbacks can prevent the removal of the page by simply calling preventDefault() on the pagremove event object that is passed to their callback.

    Windows Phone 7 : icon-only buttons aren’t showing up (issue 1230) - Fixed by removing and extranious “text-indent: -9999px” CSS rule set on the buttons themselves, which was causing IE to hide the icons (as they’re inline).

    Disabled touch overflow scrolling for iOS5 by default- overridable through $.mobile.touchOverflowEnabled to opt iOS5 devices will benefit from the improved animated page transitions and true fixed headers. Once iOS5 lands in it’s final form, we’ll consider whether to enable by default.

    Hardware accelerate elements within the page in touch-enabled scenarios to prevent hidden elements (not just blinking, but flat-out disappearing) in iOS5

    Disable user scaling when that overflow scrolling is enabled - When touch overflow scrolling is supported and enabled, user scaling can create serious usability issues where it’s difficult to get zoomed back out. (currently only projected for ios5 support)

    iOS5 scrolling rendering bugs (issue 2415) - applied a 3D transform gets rid of the element peekaboo issue for headers, and other content in the page not rendering. We’ll need to monitor this to see what the memory impact is before keeping it.

    Removed the separate search icon image and used the one from the icon sprite. Because of this, we’ll save a request and now have a HD (retina) icon, but the icon is slightly different as a result (it has a disc, making it consistent with other icons in the framework).

    Transition to the same page (issue 2529) – Added a new allowSamePageTransition option to the changePage() method default settings. By default, we prevent changePage() requests when the fromPage and toPage are the same element, but folks that generate content manually/dynamically and reuse pages want to be able to transition to the same page. To allow this, they will need to change the default value of allowSamePageTransition to true, *OR*, pass it in as an option when they manually call changePage().It should be noted that our default transition animations assume that the formPage and toPage are different elements, so they may behave unexpectedly. It is up to the developer that turns on the allowSamePageTransition option to either turn off transition animations, or make sure that an appropriate animation transition is used.

    Targeted the workaround for auto-correct for iOS4 and below (issue 785) – jQM text input forces use of iOS auto-correction seems to be fixed on iOS 5 devices. This is still a problem on iOS 4.x and earlier so we’re just targeting the workaround a bit better now. We don’t have a specific test for iOS 5 so we use $.support.touchOverflow as an iOS 5 and later indicator.

    Added new data-content-theme attribute (issue 1899) – this styles the content of the collapsible data-theme and data-content-theme inherit collapsible-set’s. Part of the larger collapsible design cleanup effort.

    Links in collapsible block with data-content-theme inherit text-style (issue 2527) - Switched to using ui-body-* instead of ui-btn-up-* for collapsible content

    Collapsible heading vclick issue (issue 2212) - Switch to using “click” instead of “vclick” on collapsible headers since that is the only reliable way to prevent uncaught/mismatched clicks from firing on a different element. Thanks marcing!

    Adjusted the fallback heights to address iOS5 fixed footer alignment issues  (issue 2415)

    Adjusted positioning of selects in touch overflow scroll mode for iOS5  (issue 2415)

    Fixed $.jqmData() behavior to match $.fn.jqmData()

    Inputs without a type specified not styled (issue #2205) - added inputs without a type to the text input list

    Navigation regex breaking Firefox >3.6 (issue 1514) - Remove greedy matches from start and end of regex – there’s no need for them, and they cause immense slowdown (on the order of 3-4 seconds on medium-size pages loaded via ajax). Thanks MaxThrax!

    Add internal dependent tracking functions for jQuery Mobile objects

    Force close logic of custom select to run when close is clicked, centralize the binding for pagehide.remove

    Restored button inline button styling (issue #2496)- Fixed by defining inline as an option in the button markup plugin. The recent jqmData changes exposed this issue. Default for this option is false.

    Listview arrow icons not clickable (issue #2516) - Tightened scope of a previous fix for clicks not registering on listview buttons’ icons. Thanks Wilto!

    User can’t specify own error handling logic (issue #2503) – Added the following notifications to $.mobile.loadPage(): pagebeforeload – Triggered just before loadPage() attempts to dynamically load an external page. Developers can prevent the default loading behavior by calling preventDefault() on the event. If preventDefault() is called, it is up to the developer to call resolve()/reject() on the deferred object passed within the data object (2nd arg to the event callback).  pageload- Triggered after an external page has been loaded and inserted into the document.  pageloadfailed – Triggered when the load of an external page fails. Developers can prevent the default behavior (error dialog display) by calling preventDefault() on the event. If preventDefault() is called, it is up to the developer to call resolve()/reject() on the deferred object (2nd arg to the event callback).

    Enable forms to submit to the same page – When a form is submitting via post to a url that already has a page represented in the DOM, replace the current page with the response page of the same url (post params are not passed via q string, so the URLs are identical).

    Form buttons no longer submit forms in Internet Explorer 8 (issue 1927) - Using “filter” for opacity was causing strange issues in IE, making all but the text on submit inputs click-proof.

    Data-type attribute not applied to search input in IE (issue 2490)- IE (and WP7) were not properly degrading form inputs via the degradeinputs plugin (and search inputs were not being styled as such)

    Prevents “undefined is null or not an object” error in IE, when .scrollTop() was being called before the body was ready. Thanks Wilto!

    Submit inputs’ values are added to the form as a hidden input — this ensures it will only happen once for jQuery’s serialize, and that this logic only applies to submit inputs with a name attribute. Thanks Wilto!

    Prevent styling list count bubbles unless list is enhanced. Thanks bjohn465!

    New widgetinit event for users to enhance widgets and markup post widgetcreate

    Flip toggle switch with change event bound, triggers multiple times (issue 2315) – Modified refresh() so that it checks to see if the value actually changed before firing off the “change” event.

    Native checkboxes and radio buttons partially visible under custom controls (issue #1336) – Fixed by tweaking styles to float native controls rather than being inline, to fix height and properly hide checkboxes/radios. Thanks Wilto!

    Arrow on formatted listviews no longer clickable (issue 1392) - Positions .ui-icon on lower z-index than .ui-btn-text, ensuring the click will register on the latter. Thanks Wilto!

    Fixed $.jqmData() behavior to match $.fn.jqmData()

    Can’t link to dynamically created data-role=”page” (issue 1243)- Modified loadPage() so that if the data-url lookup for a given page fails, that it look for the page via id (if it is an embedded page URL). This allows us to find dynamically injected pages that are un-enhanced and missing their data-url attributes.

    Fix for change page flicking in landscape orientation on iPad (issue 2474) – On iOS, giving focus to the ui-page element causes flashing during page animations/transitions. This is due to the CSS outline property which is applied when the page is given focus. Turning outlines off for all pages prevents the flashing.

    Resolved label vertical alignment inconsistency of form elements (issue 2192). On wider screens or landscape orientation, for text-inputs, radios, sliders and checkboxes the vertical-align is top, for flip-switches and select-lists the vertical-align is baseline in all swatches. Thanks MauriceG!

    Adjusted timing of when the orientation and resize classes are added to the body because the original mobileinit timing was limiting the ability to dynamically append jQuery Mobile. Thanks @martynsmith!

    Removed the top “glow” border on icon-only buttons in split button lists (issue 1900). The border-radius was too large for the button which caused it to render as a straight line and break out of the button, removing this cleans up the appearance. Thanks MauriceG!

    Fix for dialogs not working if $.mobile.ajaxEnabled = false (issue 2451 and 2202) – Modified the default click handler to check if the href is for an embedded page before bailing when ajaxEnabled = false. This allows us to navigate to internal/embedded pages/dialogs on the click versus waiting for the accidental hashchange that was the result of the browser’s default handling of hash fragments.

    jqmHasData cleanup for jQuery 1.7 (issue 2455)- Changed behavior of .jqmData() only when called with no argument. It now returns undefined.

    Fix for URL handling and PlayBook Webworks app (issue 2050) – Modified the url parser regexp so that we can find the double slash that precedes the authority. This is necessary so we can reconstruct resource urls used on some devices like Rim’s Playbook that use urls like:location:/dir1/dir2/file.html. Also modified makeAbsoluteUrl() so that it uses the new doubleSlash property in the object returned from parseUrl() instead of assuming that it is ok to use a double slash.

    Namespace support for header and footer button icons (issue 1361) - When a namespace is used, the buttons in the header and footer icons wouldn’t appear. Fixed by mixin individual properties to options instead of calling .jqmData()

    Fix for right/middle click issue in Firefox (issue 2438) – In Firefox, right-clicking on a linked-element results in the normal click event being fired instead of allowing the context menu to be displayed.

    Navigation from one page back to multi-page template (issue 2406) – We now make sure that our hashchange resolves non-path hashes against the documentBase. This prevents the resulting changePath() call from incorrectly resolving against the URL for the current active (external) page. Also fixed a related issue where when push-state is turned on, the hashchange event is not fired when doing a window.history.back() from an external URL to an embedded page.

    Page removal code for listviews removes embedded pages (issue 2432) - Added a new data attribute tag for pages loaded via ajax to keep track of whether to remove pages in this situation.

    Fixed select element theme support (issue 2423) – Fixed a regression where directly applying a data theme to a select element no longer themes the select element. It only gets its theme from the parent, regardless of what you tell it.

    Select menu refresh() improvements - fix refresh bug for new options of the same number as before

    Improved qualifications so that iOS5 gets the old-style fixed headers and footers when touchOverflow is disabled (which is the default).

    Download

    CDN-Hosted JavaScript:

    CDN-Hosted CSS:

    Copy-and-Paste Snippet for CDN-hosted files (recommended):

    <link rel="stylesheet" href="http://code.jquery.com/mobile/1.0rc1/jquery.mobile-1.0rc1.min.css" />
    <script src="http://code.jquery.com/jquery-1.6.4.min.js"></script>
    <script src="http://code.jquery.com/mobile/1.0rc1/jquery.mobile-1.0rc1.min.js"></script>

    Microsoft CDN hosted jQuery Mobile files:
    http://www.asp.net/ajaxLibrary/CDNjQueryMobile10rc1.ashx

    ZIP File:
    If you want to host the files yourself you can download a zip of all the files:

    Fork jQuery Mobile on GitHub
    https://github.com/jquery/jquery-mobile

    September 22, 07:21 AM

    Sugestão do @claytonrocha

    Para ver mais tirinhas sobre o mundo corporativo, clique aqui.


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    Veja também:

    1. Tirinha: O tal do valor invisível
    2. Tirinha: Hoje é dia de jogo!
    3. Tirinha: O maior dilema do empreendedor moderno
    September 22, 08:54 AM




     



     


    While you already use many functions in WordPress to communicate with the database, there is an easy and safe way to do this directly, using the $wpdb class. Built on the great ezSQL class by Justin Vincent, $wpdb enables you to address queries to any table in your database, and it also helps you handle the returned data. Because this functionality is built into WordPress, there is no need to open a separate database connection (in which case, you would be duplicating code), and there is no need to perform hacks such as modifying a result set after it has been queried.


    The $wpdb class modularizes and automates a lot of database-related tasks.

    In this article, I will show you how to get started with the $wpdb class, how to retrieve data from your WordPress database and how to run more advanced queries that update or delete something in the database. The techniques here will remove some of the constraints that you run into with functions such as get_posts() and wp_list_categories(), allowing you to tailor queries to your particular needs. This method can also make your website more efficient by getting only the data that you need — nothing more, nothing less.

    Getting Started

    If you know how MySQL or similar languages work, then you will be right at home with this class, and you will need to keep only a small number of function names in mind. The basic usage of this class can be best understood through an example, so let’s query our database for the IDs and titles of the four most recent posts, ordered by comment count (in descending order).

    <?php
       $posts = $wpdb->get_results("SELECT ID, post_title FROM wp_posts WHERE post_status = 'publish'
       AND post_type='post' ORDER BY comment_count DESC LIMIT 0,4")
    ?>
    

    As you can see, this is a basic SQL query, with some PHP wrapped around it. The $wpdb class contains a method (a method is a special name for functions that are inside classes), named get_results(), which will not only fetch your results but put them in a convenient object. You might have noticed that, instead of using wp_posts for the table’s name, I have used $wpdb->posts, which is a helper to access your core WordPress tables. More on why to use these later.

    The $results object now contains your data in the following format:

    Array
    (
       [0] => stdClass Object
          (
             [ID] => 6
             [post_title] => The Male Angler Fish Gets Completely Screwed
          )
    
       [1] => stdClass Object
          (
             [ID] => 25
             [post_title] => 10 Truly Amazing Icon Sets From Germany
          )
    
       [2] => stdClass Object
          (
             [ID] => 37
             [post_title] => Elderberry Is Awesome
          )
    
       [3] => stdClass Object
          (
             [ID] => 60
             [post_title] => Gathering Resources and Inspiration With Evernote
          )
    
    )
    

    Retrieving Results From The Database

    If you want to retrieve some information from the database, you can use one of four helper functions to structure the data.

    get_results()

    This is the function that we looked at earlier. It is best for when you need two-dimensional data (multiple rows and columns). It converts the data into an array that contains separate objects for each row.

    <?php
       $posts = $wpdb->get_results("SELECT ID, post_title FROM wp_posts WHERE post_status = 'future'
       AND post_type='post' ORDER BY post_date ASC LIMIT 0,4")
    
       // Echo the title of the first scheduled post
       echo $posts[0]->post_title;
    ?>
    

    get_row

    When you need to find only one particular row in the database (for example, the post with the most comments), you can use get_row(). It pulls the data into a one-dimensional object.

    <?php
       $posts = $wpdb->get_row("SELECT ID, post_title FROM wp_posts WHERE post_status = 'publish'
       AND post_type='post' ORDER BY comment_count DESC LIMIT 0,1")
    
       // Echo the title of the most commented post
       echo $posts->post_title;
    ?>
    

    get_col

    This method is much the same as get_row(), but instead of grabbing a single row of results, it gets a single column. This is helpful if you would like to retrieve the IDs of only the top 10 most commented posts. Like get_row(), it stores your results in a one-dimensional object.

    <?php
       $posts = $wpdb->get_col("SELECT ID FROM wp_posts WHERE post_status = 'publish'
       AND post_type='post' ORDER BY comment_count DESC LIMIT 0,10")
    
       // Echo the ID of the 4th most commented post
       echo $posts[3]->ID;
    ?>
    

    get_var

    In many cases, you will need only one value from the database; for example, the email address of one of your users. In this case, you can use get_var to retrieve it as a simple value. The value’s data type will be the same as its type in the database (i.e. integers will be integers, strings will be strings).

    <?php
       $email = $wpdb->get_var("SELECT user_email FROM wp_users WHERE user_login = 'danielpataki' ")
    
       // Echo the user's email address
       echo $email;
    ?>
    

    Inserting Into The Database

    To perform an insert, we can use the insert method:

    $wpdb->insert( $table, $data, $format);
    

    This method takes three arguments. The first specifies the name of the table into which you are inserting the data. The second argument is an array that contains the columns and their respective values, as key-value pairs. The third parameter specifies the data type of your values, in the order you have given them. Here’s an example:

    <?php
       $wpdb->insert($wpdb->usermeta, array("user_id" => 1, "meta_key" => "awesome_factor", "meta_value" => 10), array("%d", %s", "%d"));
    
       // Equivalent to:
       // INSERT INTO wp_usermeta (user_id, meta_key, meta_value) VALUES (1, "awesome_factor", 10);
    ?>
    

    If you’re used to writing out your inserts, this may seem unwieldy at first, but it actually gives you a lot of flexibility because it uses arrays as inputs.

    Specifying the format is optional; all values are treated as strings by default, but including this in the method is a good practice. The three values you can use are %s for strings, %d for decimal numbers and %f for floats.

    Updating Your Data

    By now, you won’t be surprised to hear that we also have a helper method to update our data — shockingly, called update(). Its use resembles what we saw above; but to handle the where clause of our update, it needs two extra parameters.

    $wpdb->update( $table, $data, $where, $format = null, $where_format = null );
    

    The $table, $data and $format parameters should be familiar to you; they are the same as before. Using the $where parameter, we can specify the conditions of the update. It should be an array in the form of column-value pairs. If you specify multiple parameters, then they will be joined with AND logic. The $where_format is just like $format: it specifies the format of the values in the $where parameter.

    $wpdb->update( $wpdb->posts, array("post_title" => "Modified Post Title"), array("ID" => 5), array("%s"), array("%d") );
    

    Other Queries

    While the helpers above are great, sometimes performing different or more complex queries than the helpers allow is necessary. If you need to perform an update with a complex where clause containing multiple AND/OR logic, then you won’t be able to use the update() method. If you wanted to do something like delete a row or set a connection character set, then you would need to use the “general” query() method, which let’s you perform any sort of query.

    $wpdb->query("DELETE FROM wp_usermeta WHERE meta_key = 'first_login' OR meta_key = 'security_key' ");
    

    Protection And Validation

    I hope I don’t have to tell you how important it is to make sure that your data is safe and that your database can’t be tampered with! Data validation is a bit beyond the scope of this article, but do take a look at what the WordPress Codex has to say about “Data Validation” at some point.

    In addition to validating, you will need to escape all queries. Even if you are not familiar with SQL injection attacks, still use this method and then read up on it later, because it is critical.

    The good news is that if you use any of the helper functions, then you don’t need to do anything: the query is escaped for you. If you use the query() method, however, you will need to escape manually, using the prepare() method.

    $sql = $wpdb->prepare( 'query' [, value_parameter, value_parameter ... ] );
    

    To make this a bit more digestible, let’s rewrite this basic format a bit.

    $sql = $wpdb->prepare( "INSERT INTO $wpdb->postmeta (post_id, meta_key, meta_value ) VALUES ( %d, %s, %d )", 3342, 'post_views', 2290 )
    $wpdb->query($sql);
    

    As you can see, this is not that scary. Instead of adding the actual values where you usually would, you enter the type of data, and then you add the actual data as subsequent parameters.

    Class Variables And Other Methods

    Apart from these excellent methods, there are quite a few other functions and variables to make your life easier. I’ll show you some of the most common ones, but please do look at the WordPress Codex page linked to above for a full list of everything that $wpdb has to offer.

    insert_id()

    Whenever you insert something into a table, you will very likely have an auto-incrementing ID in there. To find the value of the most recent insert performed by your script, you can use $wpdb->insert_id.

    $sql = $wpdb->prepare( "INSERT INTO $wpdb->postmeta (post_id, meta_key, meta_value ) VALUES ( %d, %s, %d )", 3342, 'post_views', 2290 )
       $wpdb->query($sql);
    
       $meta_id = $wpdb->insert_id;
    

    num_rows()

    If you’ve performed a query in your script, then this variable will return the number of results of your last query. This is great for post counts, comment counts and so on.

    Table Names

    All the core table names are stored in variables whose names are exactly the same as their core table equivalent. The name of your posts table (probably wp_posts) would be stored in the $posts variable, so you could output it by using $wpdb->posts.

    We use this because we are allowed to choose a prefix for our WordPress tables. While most people use the default wp, some users want or need a custom one. For the sake of flexibility, this prefix is not hardcoded, so if you are writing a plug-in and use wp_postmeta in a query instead of $wpdb->postmeta, your code will not work on some websites.

    If you want to get data from a non-core WordPress table, no special variable will be available for it. In this case, you can just write the table’s name as usual.

    Error Handling

    By calling the show_errors() or hide_errors() methods, you can turn error-reporting on or off (it’s off by default) to get some more info about what’s going on. Either way, you can also use the print_error() method to print the errors for the latest query.

    $wpdb->show_errors();
       $wpdb->query("DELETE FROM wp_posts WHERE post_id = 554 ");
    
       // When run, because show_errors() is set, the error message will tell you that the "post_id" field is an unknown
       // field in this table (since the correct field is ID)
    

    Building Some Basic Tracking With Our New $wpdb Knowledge

    If you’re new to all of this, you probably get what I’m going on about but may be finding it hard to implement. So, let’s take the example of a simple WordPress tracking plug-in that I made for a website.

    For simplicity’s sake, I won’t describe every detail of the plug-in. I’ll just show the database’s structure and some queries.

    Our Table’s Structure

    To keep track of ad clicks and impressions, I created a table; let’s call it “tracking.” This table records user actions in real time. Each impression and click is recorded in its own row in the following structure:

    • ID
      The auto-incremented ID.
    • time
      The date and time that the action occurred.
    • deal_id
      The ID of the deal that is connected to the action (i.e. the ad that was clicked or viewed).
    • action
      The type of action (i.e. click or impression).
    • action_url
      The page on which the action was initiated.
    • user_id
      If the user is logged in, their ID.
    • user_ip
      The IP of the user, used to weed out any naughty business.

    This table will get pretty big pretty fast, so it is aggregated into daily statistics and flushed periodically. But let’s just work with this one table for now.

    Inserting Data Into Our Tables

    When a user clicks an ad, it is detected, and the information that we need is sent to our script in the form of a $_POST array, with the following data:

    Array
    (
       [deal_id] => 643
       [action] => click
       [action_url] => http://thisiswhereitwasclicked.com/about/
       [user_id] => 223
       [user_ip] = 123.234.223.12
    )
    

    We can then insert this data into the database using our helper method, like so:

    $wpdb->insert('tracking', array("deal_id" => 643, "action" => "click", "action_url" => "http://thisiswhereitwasclicked.com/about/",
    "user_id" => 223, "user_ip" => "123.234.223.12"), array("%d", %s", "%s", "%d", "%s"));
    

    At the risk of going on a tangent, I’ll address some questions you might have about this particular example. You may be thinking, what about data validation? The click could have come from a website administrator, or a user could have clicked twice by mistake, or a bunch of other things might have happened.

    We decided that because we don’t need real-time stats (daily stats is enough), there is no point to check the data at every insert. Data is aggregated into a new table every day around midnight, a low traffic time. Before aggregating the data, we take care to clean it up, taking out duplicates and so on. The data is, of course, escaped before being inserted into the table, because we are using a helper function; so, we are safe there.

    Just deleting in bulk all at once the ones that are made by administrators is easier than checking at every insert. This takes a considerable amount of processing off our server’s shoulders.

    Deleting Actions From a Blacklisted IP

    If we find that the IP address 168.211.23.43 is being naughty-naughty, we could blacklist it. In this case, when we aggregate the daily data, we would need to delete all of the entries by this IP.

    $sql = $wpdb->prepare("DELETE FROM tracking WHERE user_ip = %s ", '168.211.23.43');
       $wpdb->query($sql);
    

    You have probably noticed that I am still escaping the data, even though the IP was received from a secure source. I would suggest escaping your data no matter what. First of all, proper hackers are good at what they do, because they are excellent programmers and can outsmart you in ways that you wouldn’t think of. Also, I personally have done more to hurt my own websites than hackers have, so I do these things as a safety precaution against myself as well.

    Updating Totals

    We store our ads as custom post types; and to make statistical reporting easier, we store the total amount of clicks that an ad receives separately as well. We could just add up all of the clicks in our tracking database for the given deal as well, so let’s look at that first.

    $total = $wpdb->get_var("SELECT COUNT(ID) WHERE deal_id = 125 ");
    

    Because getting a single variable is easier than always burdening ourselves with a more complex query, whenever we aggregate our data, we would store the current total separately. Our ads are stored as posts with a custom post type, so a logical place to store this total is in the postmeta table. Let’s use the total_clicks meta key to store this data.

    $wpdb->update( $wpdb->postmeta, array("meta_value" => $total), array("ID" => 125), array("%d"), array("%d") );
    
       // note that this should be done with update_post_meta(), I just did it the way I did for example's sake
    

    Final Thoughts And Tips

    I hope you have gained a better understanding of the WordPress $wpdb class and that you will be able to use it to make your projects better. To wrap up, here are some final tips and tricks for using this class effectively.

    • I urge you to be cautious: with great power comes great responsibility. Make sure to escape your data and to validate it, because improper use of this class is probably a leading cause of hacked websites!
    • Ask only for the data that you need. If you will only be displaying an article’s title, there is no need to retrieve all of the data from each row. In this case, just ask for the title and the ID: SELECT title, ID FROM wp_posts ORDER BY post_date DESC LIMIT 0,5.
    • While you can use the query() method for any query, using the helper methods (insert, update, get_row, etc.) is better if possible. They are more modular and safer, because they escape your data automatically.
    • Take care when deleting records from a WordPress (or any other) database. When WordPress deletes a comment, a bunch of other actions also take place: the comment count in the wp_posts table needs to be reduced by one, all of the data in the comment_meta table needs to be deleted as well, and so on. Make sure to clean up properly after yourself, especially when deleting things.
    • Look at all of the class variables and other bits of information in the official documentation. These will help you use the class to its full potential. I also recommend looking at the ezSQL class for general use in your non-WordPress projects; I use it almost exclusively for everything I do.

    Further Reading

    (al)


    © Daniel Pataki for Smashing Magazine, 2011.

    September 19, 09:31 AM

    O 3º Congresso Latino Americano de Design de Interação – Interaction South America 2011 (IxDSA11) – é um evento de design de 3 dias (1, 2 e 3 de Dezembro) que combina conversas inspiradoras sobre as atividades apresentadas por um conjunto de experts regionais e internacionais. O objetivo é compartilhar conhecimentos sobre o Design de Interação e a sua prática. Vários nomes importantes da área já confirmaram presença na edição de 2011.

    Neste ano o IxDSA11 contará com 15 Palestras de experts nacionais e internacionais sobre temas como: inovação, co-criação, metodologias de design, design centrado no usuário, usabilidade, design thinking open innovation e muito mais. Veja quem já confirmou presença:

    • Jon Kolko – EUA: Diretor executivo de design estratégico na Thinktiv, uma venture accelerator em Austin, Texas. É também fundador e diretor do Austin Center for Design e ex-editor da revista Interacions.
    • Mike Kuniavsky – EUA: Designer da experiência do usuário, inovador e empreendedor. Autor dos livros “Observing the User Experience” e “Smart Things”. Co-fundador da Adaptive Path, ThingM e Crowdlight.
    • Brian Rink – EUA: Designer e especialista em fatores humanos na IDEO. Utiliza o design thinking para ajudar os clientes a aumentarem sua capacidade de inovação.
    • Bill Scoth – EUA:  Diretor de Engenharia de Interfaces/Ecommerce na Netflix onde ele e sua equipe são responsáveis pela experiência da Netflix na web, TV e mais recentemente em dispositivos móveis.
    • Mike Kruzeniski – EUA: Diretor de criação na Microsoft, no estúdio de design do Windows Phone. Lidera a parte de design para todos os projetos de comunicação, negócios e experiências internacionais do Windows Phone.
    • Martin Verzilli – Argentina: Designer de Interação e Engenheiro de Software no iLab América Latina do InSTEDD.
    • Mariana Salgado – Finlândia: Pesquisadora em Design no Media Lab de Helsinki por 8 anos.
    • Chloe Gottilieb – EUA: SVP, Diretora Executiva de Criação, responsável por liderar e coordenar o departamento de design de interação da R/GA.
    • Walter Cybis – Canadá: Engenheiro de usabilidade, consultor e professor no Brasil e no Canadá. Doutor em engenharia de produção aplicada à ergonomia de software. Criador do LabIUtil/UFSC.
    • Caio Vassão – Brasil: Pesquisador e Consultor em Metadesign, Open Innovation e Arquitetura Livre. Doutor pela FAUUSP, pesquisa a relação entre tecnologia, ambiente urbano e cultura desde 1993.
    • h.d.mabuse – Brasil: Designer Especialista do C.E.S.A.R onde desenvolve projetos tendo como base o design centrado no usuário.
    • Gustavo Moura – Brasil: Formado em Design de Interfaces, tem 10 anos de experiência na área. Já trabalhou em empresas na Alemanha e no Brasil e hoje é Designer de Interação no escritório de pesquisa e desenvolvimento do Google, em Belo Horizonte.
    • Denise Eler – Brasil: Atua há mais de 10 anos como consultora de Design Thinking. É autora do blog Design, o Verbo focado em Design e Inovação Sustentável.
    • Robson Santos – Brasil: Bacharel em Desenho Industrial pela Uerj/Esdi, Mestre e Doutor em Design pela PUC-Rio.
    • Érico Fileno – Brasil: Designer de interação com mais de 15 anos de experiência em projetos de arquitetura da informação, usabilidade, pesquisa em design e UX.

    O IxDSA11 também oferecerá aos participantes inscritos 6 workshops com diferentes temáticas que serão ministrados por grandes nomes internacionais e nacionais do Design de Interação:

    • Mike Kuniavsky – EUA: Projetando coisas inteligentes – Design da experiência do usuário para dispositivos em rede.
    • Elizabeth Goofman – EUA: Pesquisa Exploratória em Design.
    • Isabel Fróes – Dinamarca: Métodos de Design – Towards Design thinking.
    • Walter Cybis – Canadá: Monitorando a experiência do usuário.
    • Caio Vassão – Brasil: Compreendendo o processo de inovação – Ecologias de Interação.
    • Juliana Proserpio e Ricardo Ruffo – Brasil: Design e Inovação Social.

    Design Challenge

    Neste ano o IxDSA11 abrirá espaço para sua primeira competição, o Design Challenge, que será aberto para estudantes participantes e não participantes do congresso. Você poderá submeter sua ideia para competir.

    Apresentação de Artigos Científicos

    O IxDSA11 se empenha em publicar e divulgar artigos acadêmicos (Trabalhos artísticos interativos e performáticos também poderão se inscrever) que apresentem resultados conclusivos relacionados ao Design de Interação. Se você possui algum trabalho original, poderá submetê-lo ao nosso comitê científico para apreciação.

    Exposição de Arte Interativa

    No evento haverá um espaço dedicado à exposição de arte interativa e projetos conceituais em fase de prototipação funcional. Além de interativos, os trabalhos devem apresentar conteúdo crítico e rica argumentação conceitual. Serão aceitos trabalhos de instalação, performance ou produtos em fase demo/conceito. Profissionais de diferentes áreas são bem vindos a participar e a enviar sua proposta de trabalho.

    Inscrições

    Preços promocionais até Outubro, não deixe sua inscrição para a última hora pois os workshops já estão acabando:

    Inscrição para estudantes: R$ 300,00

    Inscrição para profissionais: R$ 400,00

    Workshop: R$ 120,00

    O evento será nos dias 1, 2 e 3 de Dezembro no Teatro Ney Soares na UniBH – Rua Diamantina, 463  Lagoinha – em Belo Horizonte.

    Faça sua inscrição agora!

    September 19, 06:03 AM

    Last week, Brazilian president Dilma Rousseff signed a decree for starting the National Open Government Plan (Portuguese). The main objectives are:

    • Increased availability of governmental activities information, including spending and performance
    • Support for social participation in decision-making
    • New technologies for managing and offering public services
    • Increased public information transparency process and technologies
    • Better accountability and corruption prevention

    By this act, Brazil has adopted a very straightforward position in global politics. Greg Michener believe that Brazil is not yet mature for such big step into democracy, criticizing the plan for going too far without counting on the intermediate steps.

    Brazilian Open Government initiatives are indeed very young. One of the best known projects in that sense didn’t came from the government at all: the Hacker Bus is a crowdfunded group of hackers that will travel around the country to organize open data workshops.

    But this is usually the way Brazil’s policies evolve: someone throw out a new idea and the rest figure out how to cope with it. I won’t be surprised if we have very weird initiatives using the label Open Government within the upcoming years, like using proprietary formats for sharing data.

    The decree text mention technology usage and transfer three times, but no technology development at all. I’m sure that there are already software companies lobbying for adoption of their Open Government kits. Importing technology without developing enough knowledge about them will put accountability into risk. By enough I mean not only knowing how it works, but how it could be used for specific Brazilian needs.

    As far as I understand the situation, the Free Design approach we are developing at Faber-Ludens Institute is a good fit for this trend. We go further than sharing data; we actually engage people into figuring out what to do with data. We develop metadesign tools for manipulating data and coming up with something creative. And we do that together, supporting group co-creation.

    Accountability is for sure very important for democracy, but it’s halfway towards true citizenship. Citizenship comes when someone can make part of the decision-making process. The every-two-year vote election is currently the single opportunity that Brazilian citizens have to impact their political system. With the Open Government act, I see many opportunities for new kinds of citizen participation, but I see as well many possibilities for new kinds of corruption. It’s important to remember that the election system is one of the major object of politician corruption in Brazil. Opening decision-making process create disputes and the morality of the game follows culture.

    Let’s keep an eye on it and work constructively towards an ethical participatory culture!

    September 08, 04:26 PM

    Fashion.me é a evolução do byMK, que contará com a reestilização da identidade visual e transformação da marca, expandindo internacionalmente a rede social. Fundadores Flávio Pripas e Renato Steinberg da rede social irão apresentar novidade, em caráter de lançamento, à banca do evento Tech-Crunch Disrupt (um dos principais do mundo na área de startups de internet), nos dias 12 e 14 de setembro, em San Francisco (EUA).

    Com a criação do Fashion.me, a nova rede social de moda internacional assumirá de vez o rótulo de “Facebook da moda” contando com diversas ferramentas diferenciadas. Além da criação de looks, os usuários poderão conferir novidades como: uma nova plataforma onde poderão desenvolver visuais em cima de modelos virtuais; diversos desafios de moda, onde serão passados briefings e os usuários desenvolverão os looks em cima dessas coordenadas; e interação de perguntas e respostas de visuais e tendências de moda com profissionais especializadas.

    Segundo Flávio Pripas, a expectativa é apresentar o Fashion.me como uma revolução para os amantes de moda de todo o mundo. “No Brasil, enquanto byMK conseguimos prover um ambiente antes inimaginável no universo de moda. Houve uma democratização dos conceitos fashion, tornando fácil o acesso, debates e até possibilidade de criação de looks. E, queremos levar essa aproximação entre a moda e os apaixonados fashionistas, ao mundo inteiro”, afirma.

    O executivo conta da importância de poder lançar o Fashion.me durante o evento. “O byMK mantém uma posição de liderança no Brasil, consolidado em um nicho bastante importante e movimentado. E, é extremamente importante e gratificante para nós darmos esse salto enquanto empresa. Com o lançamento do Fashion.me estamos alcançando um novo patamar, é uma rede social que fez sucesso no Brasil expandindo para o mundo, trilhando o caminho inverso. E poder fazer a apresentação disso tudo em um evento da magnitude do Tech-Crunch Disrupt é extremamente especial para iniciar com o pé-direito a entrada no mercado internacional”, finaliza Pripas.

    Para conhecer a nova rede social, acesse: http://fashion.me

    Sobre o byMK

    Com 700 mil usuários únicos por mês, o byMK é a única rede social do país especializada em moda desenvolvida com capital intelectual 100% nacional. Criada pelos profissionais especializados em tecnologia Flavio Pripas e Renato Steinberg, que trazem cerca de 15 anos cada de atuação no setor, a proposta da comunidade virtual é trazer uma nova forma de interatividade no universo da moda, através de comentários nos looks criados pelo público e interações nos grupos de discussões. As criações dos usuários na montagem de looks que agradam aos mais variados gostos e estilos podem ser publicadas e avaliadas pela comunidade, promovendo um relacionamento virtual intenso. No byMK é possível ainda incluir novas peças para montagem de looks, adicionar marcas favoritas e criar uma rede de amigos a partir dos interesses em moda. O site conta com 400.000 mil page views diários e 97% de seu público pertence ao sexo feminino. Com o objetivo de trazer uma nova forma de fazer marketing no país, a marca ainda oferece opções por meio de sua plataforma de publicidade online que permitem propagar a comunicação, porém com o toque da real assertividade e interatividade necessária a um novo perfil de consumo. Para mais informações, acesse: www.bymk.com.br

    Twitter:www.twitter.com/bymk facebook:www.facebook.com/bymkfashion

    September 15, 09:17 AM

      

    When we started Smashing Magazine, we didn’t expect anything. We didn’t have a grand master plan for a successful online magazine for designers and developers. We created something that we found useful and that we thought others would find useful, too. We did not lose focus, we relied on instinct more than once, we stayed patient, and we pulled the occasional night shift. That was 2006.

    And then you came along.

    You have passed the word along, left comments, dropped us emails. You let us know that we matter. You let us know that we are doing something meaningful. And you let us know that our humble work deserved your attention. And we listened — carefully.

    Five years have passed, and the magazine has changed. That small, obscure blog of list posts and round-ups has evolved into a professional publication with a publishing policy, editorial structures and a house style guide. The Smashing family no longer has only two members, but rather a dedicated team of experienced authors, research assistants, expert advisors, editors and proofreaders.

    We all do our best to bring you the trusted advice, techniques, tutorials, resources and opinions that Smashing Magazine is known for nowadays and that the Web design community around the world has come to rely on.

    Smashing Magazine is a quality-obsessed, passionate team, but it is also you: you and every single reader who has been reading Smashing Magazine for all these years. Thank you for being with us; thank you for your support, criticism and encouragement over all these years. We could not exist without you.

    A Smashing Magazine Anniversary Treat

    Today, Smashing Magazine turns five. It’s hard to believe that the years have passed so quickly. Many things have changed, but when we look back, we realize how wonderful and sometimes even intoxicating the journey has been so far. And you — who made us what we are today — deserve a special thank-you.

    To honor the occasion, we have a humble gift for you: the free “Best of Smashing Magazine” Anniversary eBook.

    The eBook is available in PDF, ePUB and Mobipocket formats. This eBook is our gift to you for your support, criticism and encouragement over all these years. We’d like it to be your very own memory box of your last five years with Smashing Magazine — something perhaps to bring back memories a couple of years from now. We’d like you to have a part of Smashing Magazine with you when you are on the go.

    What’s in the eBook?

    The eBook contains the best articles that have been published on Smashing Magazine in the last five years — and by “best,” we mean the most useful, most interesting or most inspiring. The articles have been carefully edited, proofread and updated for your convenience and reading pleasure on your eBook reader.

    It discusses usability issues and the principles of effective Web design. It covers the guidelines for beautiful and effective typography, and it spotlights methods of responsive Web design. In addition, you’ll learn how to master professional Photoshop techniques, explore storytelling in your designs, and focus on three key areas to polish your content strategy. Never thought that harmony between designers and developers was possible? Dig in to see how the two camps can collaborate productively and learn from each other.

    Table of Contents

    • “Thirty Usability Issues to Be Aware Of”  —  Vitaly Friedman
    • “Ten Principles of Effective Web Design”  —  Vitaly Friedman
    • “Clever JPEG Optimization Techniques”  —  Sergey Chikuyonok
    • “Typographic Design Patterns and Best Practices”  —  Smashing Editorial team
    • “Ten Useful Usability Findings and Guidelines”  —  Dmitry Fadeyev
    • “Setting Up Photoshop for Web and iPhone Development”  —  Marc Edwards
    • “The Ails of Typographic Anti-Aliasing”  —  Tom Giannattasio
    • “Mastering Photoshop: Noise, Textures and Gradients”  —  Marc Edwards
    • “Better User Experience With Storytelling”  —  Francisco Inchauste
    • “The Beauty of Typography, Writing Systems and Calligraphy”  —  Jessica Bordeau
    • “Web Designers, Don’t Do It Alone”  —  Paul Boag
    • “Making Your Mark on the Web Is Easier Than You Think”  —  Christian Heilmann
    • “Responsive Web Design: What It Is and How to Use It”  —  Kayla Knight
    • “I Want to Be a Web Designer When I Grow Up”  —  Michael Aleo
    • “Persuasion Triggers in Web Design”  —  David Travis
    • “What Font Should I Use?”  —  Dan Mayer
    • “The Design Matrix: A Powerful Tool for Guiding Client Input”  —  Bridget Fahrland
    • “Why User Experience Cannot Be Designed”  —  Helge Fredheim
    • “Dear Web Design Community, Where Have You Gone?”  —  Vitaly Friedman
    • “Make Your Content Make a Difference”  —  Colleen Jones
    • “Two Cats in a Sack: Designer-Developer Discord”  —  Cassie McDaniel
    • “Print Loves Web”  —  Mark Cossey

    Previews of the Smashing Anniversary eBook

    Take a look at the following preview to get a taste of the eBook’s contents.
















    Use the practical and inspiring articles in the Smashing Anniversary eBook to refuel, and get those brilliant ideas rolling again!

    Download It Now For Free

    Again, you can download the eBook in for free in PDF, ePUB and Mobipocket formats.

    Please note that due to differing publishing policies around the world, downloading via iTunes is currently available only to customers with an iTunes account in the US, Canada, Australia, Great Britain, France and Germany. We are working hard to make future Smashing Magazine publications available to all of our readers around the world.

    Cheers, dear friends. And here is to the next five years!

    (al) (vf) (il)


    © Smashing Editorial for Smashing Magazine, 2011.

    September 05, 09:51 PM

    A startup mineira Samba Tech, que atua no fornecimento de tecnologia e infra estrutura para videos online acaba de anunciar sua primeira aquisição. O escolhido é o Videolog, um portal brasileiro de compartilhamento de videos. Os termos do acordo foram mantidos em sigilo pelas empresas.

    O portal Videolog foi fundado em maio de 2004 (isso mesmo, antes do Youtube!) por Ariel Alexandre e Edson Mackeenzy, e rapidamente tornou-se o maior site do gênero no país. Hoje possui parceria com o portal R7 e mantém uma grande comunidade de conteúdo multimídia independente.

    O acordo marca a entrada da SambaTech no mercado de consumer web e ajuda a expandir o portfolio de produtos da empresa, que hoje já conta com uma OVP (online video platform, ou plataforma de videos online) para o mercado B2B e soluções para gestão de publicidade online e assets digitais que a empresa oferece.

    Conversamos rapidamente com o CEO da SambaTech, Gustavo Caetano que nos contou um pouco da estratégia de expansão da empresa. “A Samba ficará ainda mais forte com o videolog, vamos consolidar o mercado de videos online na america latina”, afirma Caetano. Segundo Gustavo, ainda teremos muitas surpresas a caminho. “Essa é a primeira de várias aquisições que estamos planejando para os proximos 2 anos”.

    A parceria também marca a expansão da rede de publicidade da empresa. Hoje a Samba Tech possui 65 clientes empresariais, sendo 8 grandes portais de mídia como Grupo Abril, SBT, Ig e R7.

    Desejamos boa sorte aos times do Videolog e da Samba. Com certeza teremos grandes novidades vindo por aí!Termos de busca para este artigo:

    • samba tech adquirevideolog
    • samba tech adquiri videolog
    • SambaTech Adquire Videolog e Consolida a Liderança no Mercado de Videos da América Latin
    • videolog
    • Videolog samba tech
    September 05, 02:28 PM

    Na semana passada divulgamos o lançamento da API do Scup, também mencionamos as APIs do Peixe Urbano, MoIP e Apontador. Agora chegou a vez de outra empresa de pagamentos online, o PagSeguro.

    O PagSeguro lançou suas novas APIs com direito a três serviços: pagamentos, notificações e consultas. São aplicações que visam oferecer mais flexibilidade aos desenvolvedores e mais segurança aos vendedores.

    Você pode conferir os tutoriais no Guia de Integração da empresa, e pode também fazer o download das bibliotecas nas linguagens PHP, Java e .Net. “Com o lançamento das APIs, estamos oferecendo aos clientes do PagSeguro uma nova plataforma de integração. Os desenvolvedores passarão a ter muito mais recursos para integrar o PagSeguro aos sistemas dos lojistas”, explica Marden Neubert, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento do PagSeguro.

    O PagSeguro busca simplificar o uso da ferramenta, para melhorar a integração e exigir o mínimo de conhecimento de programação, conseguindo assim atingir desde o grande empreendedor até o pequeno vendedor, pouco experiente no e-commerce.Termos de busca para este artigo:

    • nova api do pagseguro
    • novelo facebook
    September 01, 08:00 AM

    Dias atrás recebi um e-mail dizendo que ideias não faltavam. O que faltava era dinheiro, contatos, etc, etc. Não falta dinheiro e não faltam contatos. Falta planejamento. Há um tempo, quando disse que tudo era possível e de que não existia impossível, estava falando sério. Se ideias não faltam e se são elas o início de tudo o que se materializa no mundo, o que falta? Bem, como disse anteriormente, falta planejamento da execução. E é sobre isso que gostaria de falar hoje: como ser empreendedor e planejar suas ações.

    SER EMPREENDEDOR É DIFERENTE DE SER EMPRESÁRIO
    Empreendedor é um cara que tem muitas ideias. Ele é a fonte da prosperidade da sociedade. Uma fonte de inovação que não cessa de gerar novos negócios à frente do seu tempo. Ele enxerga as oportunidades em todos os lugares por onde passa e não pára de criar. Já empresário é um cara que administra o dia a dia da empresa. Ele é quem mantém um negócio funcionando e crescendo. Ele administra o fluxo de caixa e administra as relações interpessoais de toda a empresa. Ele cuida de tudo. Ele se mantém atento à frente do leme do negócio para fazer com que o seu sucesso atinja as expectativas do empreendedor.

    UM EMPREENDEDOR PODE SER UM EMPRESÁRIO
    Esse é o melhor dos profissionais de negócios, pois ao mesmo tempo em que cria, sabe executar. Quando um empreendedor se transforma em empresário, suas possibilidades duplicam em proporções incríveis. Imagine alguém que enxerga uma oportunidade no mercado, rapidamente identifica o que precisa ser feito e logo executa a operação. Depois que sua ideia está sendo executada, ele delega tarefas, deixa a coisa funcionando, administrando aqui e ali ao mesmo tempo em que parte para um novo negócio. Que senso de oportunidade e execução! Um dia, quero ser esse cara!

    O PROBLEMA DE TER MUITAS IDEIAS
    O problema de ter muitas ideias, está no fato que se não executadas corretamente, passarão ao mundo uma ideia de irresponsabilidade. Você já deve ter conhecido empreendedores, que a cada mês criavam um novo negócio para si, sem terminar o último que havia começado. Pois é, este é o problema de ter muitas ideias. Quando vejo um empreendedor assim, sempre penso que ele deveria primeiro focar em algo que funcione para provar para si mesmo seu potencial. Mesmo que falhe, faça isso somente em uma coisa só e não em várias. Assim, em uma roda sucessiva de tentativas e erros, ele aprende um pouquinho de cada vez.

    PLANEJAMENTO x ANSIEDADE
    Os tempos atuais são de uma ansiedade enorme. Com as facilidades tecnológicas que temos na palma da mão, ansiamos por acertar o mais rápido possível, para descansarmos na mesma velocidade. Isto não acontece quando nos planejamos. Muitos jovens querem sair da faculdade e ficar ricos de uma hora para outra. Alguns mostraram que isto é possível, mas garanto que não foi de uma hora para outra. Criar uma empresa como Google ou Facebook, não foi algo que aconteceu do dia para noite. Foram necessários muitos dias e muitas noites indo na mesma direção, para esses empresários chegarem na posição em que estão. Como empreendedores, eles tinham a visão da oportunidade, e como empresário, a determinação e constância necessárias para atingir suas metas.

    ESQUEÇA O DINHEIRO E TESTE, TESTE E TESTE
    Faça um teste com a sua ideia. O que você pode fazer hoje, para concluir alguma tarefa que te leve de encontro à conclusão do seu projeto? E mais. Se hoje você diz que precisa de mil reais para colocar o pé na rua, o que você pode fazer com cem reais para me comprovar que se eu te der três mil, esse dinheiro se multiplica em alguns meses? Teste a sua ideia, ao invés de ficar pensando nos problemas que você enxerga hoje que não lhe deixam executá-la. Tenho certeza que, um empreendedor mais experiente e sabido, consegue colocar a sua ideia na rua com muito menos.

    UMA HISTÓRIA DE EMPREENDEDORISMO AMADOR
    Houve uma história há um tempo, de um senhor que morava nas ruas, mas que sempre que precisava de dinheiro sabia o que fazer. Ele pedia esmola durante um dia ou dois e com o dinheiro que obtinha, ia até uma borracharia na cidade e comprava restos de câmara de pneu. Com esses restos de câmara, ele fazia estilingues com galhos que tirava das árvores das ruas e vendia-os nos sinais de trânsito. Dali ele tirava o seu sustento por mais alguns dias ou até meses.

    Ele poderia ter parado na ideia e permanecer pedindo esmolas nas ruas por toda a sua vida, mas preferiu parar um pouco mais adiante. Preferiu continuar pedindo esmolas, multiplicando o dinheiro com a venda de estilingues e novamente voltar pras ruas. Você também pode parar na sua ideia e continuar esmolando atenção do mundo, ao invés de se planejar e pensar o que pode fazer com o pouco que tem. Você, só você, é quem decide quando parar para voltar a esmolar.

    Ouça este post ou faça download do áudio


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    e saiba como montar uma empresa do zero sem investir quase nada:

    Acompanhe nosso trabalho:
    August 25, 10:39 AM

    The problem with the Internet startup craze isn’t that too many people are starting companies; it’s that too many people aren’t sticking with it. That’s somewhat understandable, because there are many moments that are filled with despair and agony, when you have to fire people and cancel things and deal with very difficult situations. That’s when you find out who you are and what your values are.

    So when these people sell out, even though they get fabulously rich, they’re gypping themselves out of one of the potentially most rewarding experiences of their unfolding lives. Without it, they may never know their values or how to keep their newfound wealth in perspective.

    —Steve Jobs. Sourced from Steve Jobs’ Best Quotes.

    August 23, 11:46 AM

    Uma pequena empresa que deu certo e está longe dos grandes centros é a e-Genial – startup de Sorriso, interior do Mato Grosso (MT), a 400 km de Cuiabá, que saiu do papel em 2004 inicialmente para oferecer o desenvolvimento de aplicações web, realizar cursos e consultorias presenciais por todo o Brasil, mas que com o tempo passou a fornecer um dos mais eficientes sistemas para educação à distância do país: o Treina TOM.

    “O Treina TOM surgiu da impossibilidade de estar sempre presente em lugares por vezes distantes. Para resolver esse problema surgiu a ideia de desenvolver uma plataforma de cursos à distância com uma sala de aula virtual própria”, destaca o diretor executivo da e-Genial, Carlos Eduardo G. Franco.

    A transformação dessa sala no Treina TOM ocorreu após retorno positivo por parte do público. “Percebemos que essa não era apenas uma dificuldade nossa, que outras empresas e profissionais liberais queriam a oportunidade de utilizar o produto em proveito de suas aulas e apresentações, em qualquer hora e em qualquer lugar”, aponta Franco.

    A partir daí a empresa foi aprimorando a plataforma que conta hoje com um ambiente capaz de facilitar treinamentos e eventos on-line. Permite a realização de cursos, palestras e transmissões em tempo real e simplifica o compartilhamento de slides, webcam e áudio com pessoas do mundo inteiro. Não é sequer necessário realizar instalações complexas, basta ter acesso à internet e uma versão recente do Flash Player. A plataforma é ideal para a realização de webinars e apresentações de produtos para um grande número de pessoas.

    A empresa conta com mais de 40 clientes utilizando o sistema, como a Cia de Talentos e a UFPel – Universidade Federal de Pelotas, que precisam oferecer a seus alunos e aprendizes recursos capazes de impulsionar a retenção de conhecimentos e  pelo menos 2500 alunos usando o sistema em todo o país. Mesmo com uma equipe enxuta, são 8 profissionais, a empresa espera faturar em 2013, R$ 1 milhão.

    A empresa também foi a primeira empresa brasileira a ministrar cursos on-line de Ruby on Rails e detém um know how na área de cursos virtuais de tecnologia.  São 13 cursos ministrados, todos por meio do Treina TOM, que possui enormes recursos para o ensino. Entre os cursos oferecidos estão o de Adobe Flex, o de Ruby on Rails e o de Imersão em Ruby on Rails. A e-Genial costuma lotar praticamente todas as suas turmas on-line e já ministrou aulas para turmas nos Estados Unidos, Japão, Portugal e África.

    “Estamos crescendo uma média 30% ao ano, gerando inovação e conhecimento. Isso prova que boas idéias, empreededorismo e inovação estão em todos os lugares e com a internet ficaram ainda mais fáceis de ser disseminadas”, conclui Carlos.

    Conheça as funcionalidades do Treina TOM.

    August 17, 01:18 PM

    Foto: Agência Estado

    Ontem, a megaempresária Luiza Helena Trajano, dona de 65% do Magazine Luíza confirmou que aceita ser a titular (ministra) da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, ainda a ser constituída.

    Segue uma série de dados e fatos; uma reflexão sobre “quem e onde”; especulações minhas do quanto isso poderia ser como o Start-Up Chile; comentários e opiniões de leitores.

    Dados e fatos: leitura relacionada – clique para mais informações:

    • Luiza Trajano aceita convite e será 39ª ministra de Dilma;
    • Com sua posse, o governo terá 30% de mulheres em ministérios;
    • Orçamento da ministra Luiza é menos de 1% da receita do Magazine: a previsão de gastos com a nova pasta é de R$ 6,5 milhões em 2011. A partir do ano que vem, o valor subirá para R$ 7,9 milhões. Além de absorver parte da estrutura do Ministério do Desenvolvimento Econômico Social, o projeto de lei prevê a criação de 70 cargos, com salários que vão de R$ 1,9 mil mensais a cerca de R$ 7,5 mil mensais;
    • Como parte do Plano Brasil Maior, em 2 de agosto a presidenta Dilma Roussef convidou 14 empresários brasileiros pesos pesados, incluindo Luíza Helena Trajano, para integrarem o Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial  - que previa a desoneração da folha de pagamento de setores como TI;
    • Na última sexta-feira, dia 12, Dilma pediu que o Congresso Nacional aprove com urgência o projeto que cria a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, que terá status de Ministério.
    • A Câmara tem 45 dias (desde sexta-feira) para votar a proposta; em seguida, o Senado tem mais 45 dias para referendar a decisão. Mesmo assim, o governo quer que a posse de Luiza ocorra até o fim do mês de setembro.

    Trajetória de Luíza:

    Questionamentos que vi no Facebook:

    • Justo um modelo de empresário(a) que não precisamos no Brasil”;
    • Ela vai ensinar ao dono de PME como ganhar $ com juros abusivos, enganando o pobre?

    Clique para na imagem acima para acessar informe de resultados do Magazine Luiza

    Artigos que tem a ver com a temática MPE:

    O que isso poderia ter a ver com o programa federal de incubação de negócios inovadores com tecnologia Start-Up Chile – explicado aqui por um brasileiro participante:

    • na minha opinião: nada, pois ser empreendedor é comportamental, criar startup é experimental e ser empresário é compliant (fazer as coisas ficarem nos conformes). Ou seja, abrir e pilotar empresa seria a última parte, a coroação de todo um caminhar demonstrando que uma atividade econômica pode ser sustentável. E não parece que no Brasil as duas etapas anteriores (ser proativo e arriscar) sejam suficientes, nem que isso será preocupação da nova “pasta”. Sem contar que startup apenas nasce pequena, não é moldada para ser uma MPE;
    • na sua opinião: queremos ver, deixe abaixo, nos comentários!
    August 17, 02:28 PM

    Um assunto que sempre vem à tona foi abordado em um recente artigo escrito por Anna Heim do site The Next Web. Você sairia de um cargo importante com um salário bacana para mergulhar no mundo das startups? O artigo é ainda mais interessante por escrever sobre os fundadores da startup/aceleradora brasileira Polo Marte, que responderam sim para a pergunta acima e seguiram os seus sonhos.

    O artigo da Anna basicamente explica que Marcelo Gluz, um dos fundadores da Polo Marte, saiu de um emprego de carreira da Globosat para lançar sua startup com alguns amigos. Segundo ele vários amigos fizeram o mesmo, saíram de empregos com salários altos para tocarem os projetos próprios. Sobre sua motivação, Marcelo disse que o que ocorreu foi uma evolução, ele percebeu o momento certo quando “começou a ficar difícil vender a vida corporativa para os recém-formados que ele tinha interesse em contratar.” Segundo ele, o problema maior era lidar com a hierarquia e a tendência do RH em encaixotar as pessoas. O co-fundador da Polo Marte, Nando Pereira, concorda com o parceiro e disse que suas habilidades e interesses nunca seriam definidas em uma descrição de emprego.

    Falando sobre o risco, Nando diz que, além de confiar em seu projeto, ele recebe tantas ligações com ofertas de emprego que acredita poder voltar para o mercado corporativo rapidamente. “O Brasil é um país emergente, e habilidades em TI estão em grande demanda.”

    Pra quem não conhece, a Polo Marte é uma aceleradora, mas segundo Marcelo não tem tanta semelhança com as já existentes. A empresa desenvolve projetos in-house, mas também seleciona projetos externos, onde a empresa ganha participação em troca de mentoring. A empresa também tenta ter um relacionamento em longo prazo com os projetos que acelera, pois não quer que os empreendedores deixem a aceleradora depois de apenas seis meses de trabalho. Mas a Polo Marte não se importa tanto com tecnologia inovadora, segundo Marcelo a empresa foca na utilização de ferramentas existentes que são relevantes para o público.

    Assim como a grande maioria das startups que estão começando, a Polo Marte divide o escritório com outra empresa, o estúdio de design Tangerina. Temos visto muitas iniciativas como essa no Brasil, como a Casa de Startups, e empresas como a EverWrite e o Hotmart que optaram por dividir espaços para reduzir custos.

    Além da Polo Marte, temos vários exemplos de empregados com carreiras corporativas que deixaram seus empregos de salários altos para seguir o coração com seus projetos pessoais. São vários perfis de empreendedores e muitos deles arriscam o abandono corporativo em ocasiões diferentes. Temos o empreendedor que acredita no seu projeto e está apenas à espera de um pequeno incentivo (investimento) para sair do seu emprego bem remunerado, trabalhar muito por conta própria a troco de pouco, mas feliz demais.

    Outro perfil é o empreendedor que não se conforma em ter um chefe menos inteligente que ele, ou não concorda com a hierarquia corporativa, por isso larga tudo e foca nos seus projetos pessoais. E claro que já cansamos de observar o lado mais “tranquilo” do empreendedorismo, são as pessoas que já possuem a faca e o queijo na mão, e aproveitam disso de forma genial. São os empreendedores que possuem a ideia e o dinheiro para investir no próprio negócio. Ou podemos mencionar também os empreendedores de nome, com o exemplo da irmã do Zuckerberg, Randi Zuckerberg, que deixou o Facebook para tocar a própria empresa.

    E você, já pediu para sair? Não deixe de comentar!Termos de busca para este artigo:

    • oquefacebook
    • dividir espaços para cortar custos
    • marcelo gluz tangerina
    August 10, 07:00 AM

    Ulisses Wehby de Carvalho

    A foto de hoje é uma das melhores que o Tecla SAP recebeu até hoje. Você não acha? A imagem foi enviada por Leonardo Velten Anacleto, mas ele não diz em que cidade fica o restaurante onde foi tirada a foto. Se o arquivo não abrir, clique em http://www.teclasap.com.br/blog/2011/08/10/troca-a-placa-barbie-kill/.

    É evidente que a intenção foi descrever o molho “BARBECUE”, ou seja, “churrasco”. Por falar nisso, você sabe dizer “picanha” em inglês? E “rodízio”? Clique “Vocabulário em Inglês: Na Churrascaria” para não fazer feio na próxima vez que você estiver em uma churrascaria com estrangeiros. Seja um bom anfitrião e envie o texto Artigo: BARBECUE IN ABUNDANCE” com antecedência para apresentar o conceito aos visitantes internacionais.

    Vamos melhorar a imagem do Brasil para os turistas de outros países? Se quiser colaborar, envie uma foto que atenda os objetivos da campanha. Leia as instruções de envio no post “Troca a placa!“. Ao clicar na tag “Troca a placa!”, você vê todas as fotos publicadas.

    August 02, 12:11 PM

    Você já deve ter lido a matéria que publiquei ontem à noite direto do anúncio dos vencedores do Desafio Buscapé Sua ideia vale 1 milhão. Já sabe que foram 4 vencedores. Já assistiu ao nosso vídeo em que o presidente do Grupo Buscapé, Romero Rodrigues, discursa sobre as fases diferentes de empreendimentos e investimentos na web.  O que faltava era entender um pouco mais sobre as 4 startups vencedoras – e ver umas fotos do evento e dos participantes.

    Dos mais de 800 planos de negócios enviados de todo Brasil, os 4 vencedores foram escolhidos por Romero Rodrigues mais Rodrigo Borges (Vice-Presidente de Novos Produtos), Guilherme Stocco e Ayrton Aguiar (ambos Vice-Presidentes de Desenvolvimento de Negócio, o segundo mais focado em Fusões e Aquisições). Agora, o Grupo Buscapé já contabiliza a aquisição de participação em 15 startups.

    Urbanizo tem como modelo de negócios a precificação do metro quadrado urbano para facilitar a tomada de decisão de compra e venda, atuando como um avaliador, consultor e gerenciador do mercado urbano. O aplicativo está em fase de teste. A receita será gerada a partir da publicidade resultante da interação do usuário no site, além da venda de versões premium para imobiliárias e investidores.

    Meu Carrinho é um aplicativo para celular, mas que roda também na Internet, que mostra ao consumidor qual supermercado oferece o melhor preço para sua lista de compras. O aplicativo disponibiliza um código de barras para a realização de pesquisa de preços e qualidade dos produtos no supermercado. Desenvolvido por enquanto para plataforma Android, mas previsto para rodar também em iPad, o site já funciona com uma base de 70 mil código de barras de produtos cadastrados, que é alimentada pela leitura diária de 40 mil preços de supermercados na Web. Na Internet, sua monetização está baseada na publicidade gerada pelos cliques em anúncios e na venda de posições de destaque na busca por produtos.

    HotMart é uma plataforma que disponibiliza toda infraestrutura necessária para operação e distribuição de conteúdo digital a fim de alavancar as vendas de produtores de conteúdo. A empresa oferece armazenamento seguro, controle de acesso ao conteúdo, processamento de pagamento, páginas de venda para os conteúdos e a entrega automática do conteúdo para o comprador final. O site já está no ar e sua geração de receita vem da cobrança de tarifa por transação.Há também a possibilidade de assinatura de contas premium com serviços agregados e customizados.

    O Anuncie Lá é um mercado virtual social que permite, sem intermediação, conhecer o perfil de quem vende e de quem compra. Totalmente integrada com as redes sociais, sua missão é ajudar a conectar vendedores e compradores dentro de um ambiente conhecido, onde as transações não são interceptadas nem são cobradas comissões, diminuindo assim os riscos nas negociações e aumentando a lealdade dos compradores aos bons vendedores. Uma primeira versão já está no ar e sua monetização virá da venda dos anúncios feitos pelos vendedores e de plataformas especiais para vendedores profissionais e regulares.

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